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Por Instituto Nebulosa Marginal
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Perversão é um termo derivado do latim (pervertere/perverter), empregado na psiquiatria e pelos fundadores da sexologia para designar, ora de maneira pejorativa, ora valorizando-as, as práticas sexuais consideradas como desvios em relação a uma norma social e sexual. A partir de meados do século XIX, o saber psiquiátrico incluiu entre as perversões práticas sexuais diversificadas. A partir de 1987, a palavra foi substituída, na terminologia psiquiátrica mundial, por parafilia, que abrange práticas sexuais nas quais o parceiro ora é um sujeito reduzido a um fetiche, ora o próprio corpo de quem se entrega à parafilia, ora um animal ou um objeto. Para Freud, em 1896, o termo perversão foi definitivamente adotado como conceito pela psicanálise, que assim conservou a ideia de desvio sexual em relação a uma norma. Levando em consideração as vicissitudes contemporâneas, este curso objetiva uma análise histórico-conceitual do termo perversão a partir de sete autores distintos: Michel Foucault, Èlisabeth Roudinesco, Joyce Mcdougall, Sigmund Freud, Robert Stooler, Masud Khan e Thomas H. Ogden. Esse curso ocorreu no ano de 2022.
Programa do Curso –
Aula 01
As perversões na história da sexualidade (Michel Foucault)
As perversões na psicanálise (Sigmund Freud)
Aula 02
A parte obscura de nós mesmos (Elizabeth Roudinesco)
Aula 03
A forma erótica do ódio (Robert Stooler)
Aula 04
As alienações nas perversões (Masud Khan)
As múltiplas faces das perversões (Joyce Mcdougall)
Aula 05
O sujeito perverso (Thomas H. Ogden)
Bibliografia
Bibliografia
STOOLER, R. Perversão: a forma erótica do ódio. São Paulo: Hedra, 2015.
FOUCAULT, M. Os anormais. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
FREUD, S. (1905). Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
FREUD, S. (1919). Bate-se numa criança: contribuição para o estudo da origem das perversões sexuais In: FREUD, S. Neurose, Psicose e Perversão. Belo Horizonte: Autêntica, 2017. (Obras Incompletas de Freud).
MCDOUGALL, J. As múltiplas faces de eros: uma exploração psicoanalítica da sexualidade humana. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
_____. Em defesa de uma certa anormalidade: teoria e clínica psicanalítica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991.
ROUDINESCO, E. A parte obscura de nós mesmos: uma história dos perversos. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.
FERRAZ, F. C. Perversões. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.
KHAN, M. M. R. Alienations in perversions. London: Maresfield Library, 1989.
KHAN, M. M. R. Entre o ídolo e o ideal. Boletim Formação em Psicanálise, 5(2), 1996, p. 65-72.
OGDEN, T. H. O sujeito perverso da análise In: Reverie e interpretação: captando algo humano. São Paulo: Escuta, 2013, p. 69-100.
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