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Hard Grrrls Festival | Dia 2

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Evento encerrado

Hard Grrrls Festival | Dia 2

Presidenta - Bar e Espaço Cultural - São Paulo, SP
19 de maio de 2018, 15h-23h30

Ingressos

Hard Grrrls #2 - Antecipado
R$ 15,00  (+ R$ 2,00 taxa)
Pague em até 10x
Vendas até 19/05/2018
Encerrado

Descrição do evento


--------------- PROGRAMAÇÃO ---------------

[BANDAS]
Bloody Mary Una Chica Band
munida de uma guitarra vermelha como o sangue do seu nome, Bloody Mary Una Chica Band destila muita força num garage noise com volume alto. Tudo acontece ao mesmo tempo: o som distorcido, a batida certeira e a voz rasgada e embriagada de influências como Two Tears e Margaret Doll Rod. Em maio de 2015 lançou seu primeiro álbum homônimo em fita K7, distribuído pelo selo Outprint e gravado ao vivo em um Tascam K7 de 4 canais, no Estúdio Mestre Felino por Helena Duarte (Hierofante Púrpura). No primeiro semestre de 2016, esta Chica percorreu 11.400 km de estrada em uma nova turnê de 30 dias pela Europa. Ao lado dos Thee Dirty Rats, lançou seu novo álbum “Heart Disease”, um compacto 7” com 4 novos sons gravados no Caffeine Sound Studio por Jonas Morbach (The Black Needles) e com pitacos de Luis Tissot (Fabulous Go Go Boy, Dirty Rats). O álbum foi gravado ao vivo no rolo e a arte para a capa feita à mão, processos totalmente analógicos, trazendo mais do que nunca a ideia do DIY - faça você mesm@. O lançamento e distribuição do vinil conta com a parceria dos selos Mandinga Rec de Goiânia, Hernia de Discos de São Paulo, Moncul da França, e com o apoio da lendária banda punk La Fraction.
Para ouvir: bloodymaryunachicaband.bandcamp.com

SixKicks
um novo duo mato-grossense que fincou suas raízes no caos de São Paulo. Formado por Marjorie Jorie (guitarra/vocal) e Theodora Charbel (bateria/vocal) a dupla procura por um som denso e minimalista, brincando com a mistura do grunge e do stoner com ritmos brasileiros e surf music. Com algumas músicas instrumentais e letras que falam sobre sexo o show é praticamente um ritual sedutor e agressivo, cheio de performances com visual marcante. 
Dentre suas referências estão: The Kills, White Stripes, Melvins, Sonic Youth, Deap Vally, The Distillers, Nirvana. 
Seu primeiro single "You're My DrugDealer" e videoclipe foram interamente produzidos pela banda de forma independente.
Para ouvir: soundcloud.com/sixkicks

Camila Garófalo
compositora, cantora e violonista. Nasceu em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, e mora na capital paulista desde 2008, onde aproximou-se do rock, cantando na noite paulistana versões de The Doors, Nirvana e Janis Joplin. Deu início às composições de seu primeiro disco “Sombras e Sobras” em 2010, quando morou em Londres, na Inglaterra, para estudar inglês e cinema. Em 2014 mostra o resultado deste primeiro álbum através de 8 canções autorais, sendo 7 em português e 1 em inglês. Em 2015 ficou entre as bandas finalistas para tocar no Rock in Rio. Produziu o Festival Sonora – Ciclo Internacional de Compositoras em São Paulo e palestrou sobre a mulher na música durante o Mulheres à Mostra de Ribeirão Preto. Ela também é idealizadora do Projeto SÊLA!
Para ouvir: soundcloud.com/camilagarofalo

Weedra
um monstrinho de três cabeças. duas guitarras barulhentas e uma bateria dançante. Uma mistura das bandas Wee, em que Vinhão Mari tocavam juntas, e Hidra, em que Carol e Vinhão tocavam juntas. É a história do Riot Grrrl brasileiro numa só banda ♥ que lança seu EP agora, dia 18 de março tbm no Bar Presidenta/SP.
Para ouvir: weedra.bandcamp.com

Moxine
duo indie pop formado pela baixista Fabiana Lugli e pela guitarrista Monica Agena, chegou para reafirmar cada vez mais o espaço das mulheres no cenário da música independente. No final do ano passado, a dupla lançou o EP "Passion Pie", produzido pela pr[opria Mônica, traz uma sonoridade que flerta com rock orgânico, música pop, eletrônica e traz composições sobre amores e seus rumos incontroláveis.
Para ouvir: moxinemoxine.bandcamp.com/

[EXIBIÇÃO]
Doc 
Feito por Elas | Versão curta-metragem (não-oficial) **
Nesta exibição você poderá sentir um pouco do que está sendo produzido neste trabalho lindo e mais que necessário enquanto ele não fica pronto!
Em junho de 2017, cinco garotas (Barbara RamonaBeatriz FenciNatália FariasGabrielly Pinho e Vanessa Pereira) começaram a registrar o cenário musical feminino e feminista do rock em São Paulo de forma totalmente D.I.Y. Passando pelo punk ao pop-rock, produtoras e selos que fomentam a produção das mulheres, o doc faz uma chamada a reflexão dos espaços criados por nós e a importância deles.
Entrevistas exclusivas com: Pitty, Emmily Barreto e Cris Botarelli (Far From Alaska), Elisa Gargiulo Rosa e Marina Takahashi (Dominatrix), Flavia Biggs e Mayra Biggs (The Biggs), Pryka Almeida e Thais Araujo (Lâmina), Deb Babilônia (Deb and The Mentals), Sandra Coutinho (As Mercenarias), Andrea Dip (Charlotte Matou um Cara), Larissa Conforto (Ventre), PAPISA, um pouco da história do PWR records, Hérnia de Discos, Distúrbio Feminino, Hard Grrrls e muito mais!
Está emocionante. Não percam!
youtube.com/watch?v=4H9blrChcPk&feature=youtu.be

[BATE-PAPO]
- A produção do Doc Feito Por Elas e o papel da mulher no áudio-visual
(com 
Barbara RamonaBeatriz FenciNatália FariasGabrielly Pinho e Vanessa Pereira).
- Preta&Riot: Racismo em espaço punk feminista" com Bah Lutz

Preta, gorda, sapatão e riot grrrl!!! Assim Bah Lutz se define. 
Vocalista da banda Bertha Lutz (BH/MG), designer e pesquisadora sobre a história do riot grrrl. Conheceu o movimento aos 13 anos e desde então está envolvida com os espaços de música e feminismo. Participou dos coletivosNada Frágil Coletivo (2009-2012) e Suspirin Feminista (2014-2016). Participa do Garotas Amplificadas com a oficina "História das Mulheres no Rock". Está atualmente à frente de dois projetos, o Riot Grrrl Brasil: Memória, Registro e Afeto e o Zine Preta&Riot. O primeiro foi seu trabalho de conclusão de curso, que tem como objetivo resgatar e registrar as memórias dos 20 anos do movimento riot grrrl no Brasil. Já o projeto Preta&Riot é uma proposta de mapeamento, visibilidade e valorização das minas negras na música underground. Surgiu em 2016 após um episódio racista que Bah sofreu em um show. O zine conta com depoimentos, reflexões e críticas sobre o lugar das minorias raciais no espaço da cena musical feminista, riot e independente.


[EXPOSIÇÃO]
Carmem Lazari expõe seus trabalhos como plano de fundo do palco!

[FEIRINHA FEMINISTA]
Amandolábottons e badulaques
instagram.com/artespupilabolsa c/ vinil
Atitudiyane: patches e bottons
instagram.com/elzacostureira: produtos em tecido
Empodera Distra: t-shirts e moletons feministas
Carmem Lazaribordado arte
instagram.com/mariahpeixoto fotografia


Veja evento no face book aqui 


HARD GRRRL FESTIVAL:
Três dias de muita banda, exibição, bate-papo, atividades, feirinha e diversão feminista numa invasão à Baixa Augusta!!!

Sobre o produtor

Hard Grrrls

A Hard Grrrls surgiu em 2000 (com o boom da internet) como um e-zine de divulgação de bandas femininas nacionais e gringas. Além de entrevistas e colunas de opinião, disponibilizávamos diversos mp3s – nos tornando uma referência. Após alguns ajustes, a Hard Grrrls se transformou num portal de cultura feminina/feminista. De 2003 à 2006 foram 6 edições do festival (quase todas no Hangar110). Em 2016, um festival revival na Trackers nos garantiu uma coluna independente dentro da Revista AzMina. Esse ano o coração falou mais alto e os festivais voltarão! ... Nos dias 18, 19 e 20 de maio as riot grrrls invadirão a baixa augusta.

Local

Presidenta - Bar e Espaço Cultural
Rua Augusta, 335
São Paulo, SP

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