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Minicurso: "História social da morte e do morrer"

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Minicurso: "História social da morte e do morrer"

07 out - 2025 • 19:00 > 16 out - 2025 • 21:00

 
Videoconferencia a través de Sympla Streaming
Evento cerrado

Minicurso: "História social da morte e do morrer"

07 out - 2025 • 19:00 > 16 out - 2025 • 21:00

 
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Descripción del evento






MINICURSO - AMIGOS DO IPN

Aos 20 anos, o Instituto Pretos Novos ainda sofre com a falta de uma política de estado que ajude a instituição a pagar as contas mais básicas para manter as portas abertas. Por isso, o IPN é obrigado a criar ações que ajudem na sua sustentabilidade. Ajudar o Pretos Novos é uma ação efetiva de cidadania na luta antirracista.

 

O Instituto está lançando uma série de minicursos AMIGOS DO IPN.  É uma forma de você ajudar nos custeios e aprender sobre a história da escravização no Brasil, tornando-se mais um agente multiplicador na luta contra o racismo estrutural que é o alicerce da nossa sociedade.

 

O objetivo do minicurso é: atualização, aperfeiçoamento para docentes da rede pública e privada, guias de Turismo, interessados no ensino e pesquisa de temas ligados à história, Cultura Africana, Afro-brasileira, Diáspora Atlântica, Educação Patrimonial e Museal.

 

Os Minicursos AMIGOS DO IPN transmitem de forma transversal e multidisciplinar as diversas áreas e/ou campos de conhecimento, contribuindo com os estudos e pesquisas na área de direitos humanos e relações étnico raciais.

 

Além de fazer o minicurso, você pode presentear alguém que tenha vontade de aprender, mas não tenha condições. Assim, você pode ajudar ainda mais o Instituto Pretos Novos.



PROGRAMAÇÃO DO MINICURSO:

TEMA: História Social da Morte e do Morrer.

Docentes: Dr. Cláudio Honorato (IPN), Dra. Cláudia Rodrigues (UNIRIO), Dra. Anne Paixão (UFRJ), Ma. Maria F. Fonseca (UNIRIO), Doutoranda Poliana Orosa (UNIRIO) e Doutoranda Bárbara Benevides (UNIRIO).

Aulas: 6 aulas (on-line) e 1 aula extra (presencial).

Mês: Outubro/2025.
Datas:  7,8,9,14,15,16 + 18 (aula extra - presencial).
Horário: 19h as 21h
Duração: 2 horas 
Total de horas: 12 horas

Modalidade: Hibrido (on-line) + (presencial) 

Transmissão: Zoom (baixar o app)

Dia da semana: Terça, quarta, quinta (on-line) + Sábado (presencial)
Aula extra: dia 18/10/25 (Mediação Cemitério São João Batista)

Colaboração sustentável: R$ 330,00 

Certificação: final do curso 
Certificado: Preencher o nome completo no ato da inscrição para a certificação.



Público Alvo: Estudantes, professores das Redes Públicas e Privada, interessados na cultura africana e público em geral.

Metodologia: O minicurso será ministrado através de aulas expositivas, seguidas de debates e análise de textos. Serão utilizados recursos audiovisuais para ilustrar na aula, promovendo uma compreensão mais profunda e interativa.
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GRADE DO CURSO:

AULA 1:  DIA 07/10/2025  (Dra. Claudia Rodrigues)

Tema: Uma introdução à Historiografia da Morte e do morrer

Ementa:

Apresentação do campo de estudo de história da morte e suas abordagens interdisciplinares.

A importância da história da morte para a compreensão da experiência humana e das sociedades.

O conceito de finitude e suas implicações na vida e na cultura.

As mudanças nas percepções da morte ao longo do tempo: da morte como evento familiar e comunitário para a morte como evento individual e médico.


AULA 2: Dia 08/10/2025 (Doutoranda Poliana Orosa)

Tema: Doença e Morte no Brasil: epidemias e experiências do fim.

Ementa:

O curso analisa os significados sociais, culturais e simbólicos da morte em períodos epidêmicos no Brasil, destacando rupturas nas formas de morrer, viver o luto e organizar coletivamente a perda. A partir da história social e da saúde, investiga reações de comunidades diante da morte súbita, mudanças urbanas e rituais funerários. Aborda epidemias como varíola, febre amarela, gripe espanhola de 1918, HIV/AIDS e Covid-19, evidenciando continuidades e inovações nos discursos sobre o morrer. Examina relações entre medicina, religião e poder, incluindo medidas como quarentenas e medicalização dos rituais. Por fim, reflete sobre como essas experiências coletivas moldaram novas sensibilidades e narrativas de sofrimento.

AULA 3: Dia 09/10/2025 (Dr. Claudio Honorato)

Tema: Entre Rio de Janeiro e África: as diferentes vivências da morte e do Morrer entre africanos e seus descendentes – c.1700 c. 1850
Ementa:

A presente aula tem por objetivo identificar e analisar as vivências da morte e morrer entre africanos e seus descendentes cidade do Rio de Janeiro e na África. Para tal, utilizo os registros de óbitos da Freguesia do Santíssimo Sacramento da Sé, os relatos dos viajantes, cronistas, funcionários coloniais e missionários que estiveram presente no Rio de Janeiro e na África. ou seja, as principais regiões de procedência africana que mais enviaram africanos escravizados para o Rio de Janeiro, a exemplo do reino do Congo, Angola e Moçambique.

AULA 4: Dia 14/10/2025 (Doutoranda Bárbara Benevides)

Tema: A arte de fazer morrer e o espetáculo das execuções no Brasil colonial.

Ementa:

Apesar de fortemente influenciada pela tradição jurídica portuguesa do Antigo Regime, a pena de morte no Brasil colonial apresentou particularidades próprias correspondendo a práticas e interesses específicos do ambiente de conquista e colonização. Nesta aula serão abordadas as diferentes formas de execuções adotadas, que poderiam variar de acordo com os crimes praticados e com a posição social dos envolvidos, bem como as especificidades sobre os rituais de execução e o seu caráter de espetáculo.


AULA 5:  Dia 15/10/2025 (Dra. Anne Paixão)

Tema: Morte, lugares do Além e estratégias de salvação católica no Brasil Colonial

Ementa:

Essa aula tem como objetivo discutir as crenças e as práticas relativas ao morrer e à salvação católica no Brasil Colonial. Serão analisados elementos da chamada boa morte, os destinos da alma no post mortem, em especial o Purgatório, e a prática da redação dos testamentos enquanto estratégia de salvação. Para tal, além de uma discussão das principais obras historiográficas sobre o tema no período moderno, também serão exploradas algumas fontes documentais que nos contam sobre as práticas relativas ao morrer no Brasil Colonial.


AULA 6: Dia 16/10/2025 (Mestre Maria de Fátima Fonseca)

Tema: Morrer no Brasil Republicano: rupturas, continuidades, ritos e negação da morte.

Ementa: A morte no Ocidente e no Brasil: sincronias e diacronias. Os efeitos da legislação e do pensamento republicano sobre a morte e o morrer a partir do final do século XIX, com destaque para o processo de laicização da morte e para as mudanças mais aceleradas nas práticas funerárias. Análise das relações estabelecidas entre saúde pública, hospitalização e negação da morte. A morte comunitária e a morte na lógica capitalista. Ritos fúnebres e Finados.  Morte e cultura de massas. Tipologia de fontes e ausências historiográficas.


CONHECENDO OS PROFESSORES:

Minibio:  Dra. Claudia Rodrigues

Doutora (em 2002), Mestre (em 1995) e graduada (1991) em História pela Universidade Federal Fluminense. Professora Associada da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), atuando no Departamento de História e no Programa de Pós-graduação em História. Bolsista de Produtividade do CNPq. Jovem Cientista Nosso Estado/FAPERJ: 2012-2015. Líder do Grupo de Pesquisa do CNPq/UNIRIO, "Imagens da Morte: a morte e o morrer no mundo Ibero-Americano". Pesquisadora dos grupos de Pesquisa do CNPQ: ECCLESIA: Grupo de Estudos de História da Igreja Católica no Brasil e MANTO: Núcleo de Estudos Coloniais da Época Moderna, ambos sediados na UNIRIO. Membro da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais - ABEC. Editora da Revista M. Estudos sobre a morte, os mortos e o morrer (ISSN 2525-3050). Desenvolve estudos com ênfase em História do Brasil Colônia e Império, mais especificamente sobre: história da morte, ritos fúnebres, testamentos, religião e religiosidades e escravidão. Teve sua Dissertação de Mestrado e sua Tese de Doutorado premiadas, respectivamente, pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (em 1995) e pelo Arquivo Nacional (em 2003). 


Minibio: Doutoranda 
Poliana Orosa 

É Mestre e Doutoranda em história pelo PPGH/UNIRIO. É autora do livro “Caminhos da Cura: Epidemias de varíola na América Portuguesa (1560-1750) e desenvolve pesquisas nas áreas de História do Brasil Colônia, História Moderna e história da saúde. Email: [email protected]Instagram: polianaorosa


Minibio: Dr. 
Claudio de Paula Honorato 

É graduado em História pela Universidade Gama Filho – UGF, mestre em História pela Universidade Federal Fluminense – PPH/UFF e doutor em História Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – PPGH/UNIRIO. Atualmente atua como Diretor de Desenvolvimento Educativo e Eventos culturais, curadoria de exposição, consultoria de pesquisas institucionais, cursos, para professores, guias de turismo, escolas e intuições da sociedade civil. Coordenador do Núcleo de Pesquisa do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos - IPN. Coordenador e professor do Curso de Pós-graduação Lato Sensu em História da África e da Diáspora Atlântica do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, em parceria com a Faculdade de Governança, Engenharia e Educação de São Paulo – IPN/FGE. Professor de Ensino Básico da SEEDUC-RJ. Atuou como consultor técnico na elaboração do dossiê de candidatura do Cais do Valongo a Patrimônio da Humanidade enviado ao Comitê Científico da UNESCO. Organizado pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. Atualmente é membro do Comitê Científico do Cais do Valongo. Atua nos grupos de pesquisas: Imagens da Morte: a morte e o morrer no mundo Ibero-Americano UNIRIO, linha de pesquisa práticas e representações sobre a morte, o morrer e o além-túmulo, coordenado pela Prof.ª Dr.ª Cláudia Rodrigues, e do Núcleo de Estudos e Pesquisas Sankofa: Relações Étnico Raciais, Memória, Cidadania e Direitos Humanos – UFF – como pesquisador associado em linha de pesquisa África Mundo Atlântico e Diáspora.


Minibio:
 Doutoranda Bárbara Benevides
É doutoranda em História Social pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e professora do Colégio Rui Barbosa, em São Gonçalo - RJ, na rede particular de ensino básico. 
Plataforma lattes: http://lattes.cnpq.br/9583495292873318 /Academia.edu: https://unirio.academia.edu/B%C3%A1rbaraBenevides / LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/b%C3%A1rbara-benevides-4a9223129/ Instagram: https://www.instagram.com/babiibenevides/ Facebook: https://www.facebook.com/barbara.benevides.92


Minibio:
Dra. Anne Paixão
É doutora em História pela Unirio e autora do livro No cárcere divino, publicado pela Fino Traço em 2022. Seus principais interesses em História da Morte são referentes às crenças e aos rituais católicos ligados à salvação no Brasil Colonial. Atualmente, trabalha como Técnico em Assuntos Educacionais na UFRJ e é tutora a distância no curso EAD de graduação em História do CEDERJ. E-mail: [email protected]

Minibio: Mestre Maria de Fátima Fonseca
Mestre (2023) em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Pós-graduada (2009) em História do Brasil pela Universidade Federal Fluminense, Bacharel (2006) em Turismo pelo Instituto Politécnico de Leiria (Portugal), Licenciada (1997) em História pela Universidade Federal Fluminense. Guia de Turismo. Professora I da rede municipal de ensino das cidades do Rio de Janeiro e de Duque de Caxias. Membro da equipe editorial da Revista M – Estudos sobre a morte, os mortos e o morrer. Filiada à Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (ABEC). Pesquisadora em História do Brasil República; com ênfase na História da Morte, comunicação de massa, patrimônio histórico e cultural e História da Música.

DISPOSIÇÃO DAS AULAS E ORIENTAÇÕES:


Inscrição no sympla;
Serão 7 dias de curso;

Duração 2 horas de cada aula;

Interação com os participantes;
Transmissão será pelo zoom;
Cursos ministrado de forma (on-line/ao vivo + aula extra - presencial);

Após a inscrição, irá receber por e-mail de confirmação das aulas;

Horário para entrar na sala (zoom) as 19 horas com tolerância máxima de atraso de 15 minutos;
Check-in automático, NÃO tem lista de presença;

Preencha seus dados corretamente para a emissão do certificado;
Certificação: será enviado através da plataforma sympla aos que tiverem a presença mínima de 75% de frequência, tendo o direito de faltar uma aula.

Em caso de cancelamento, antes de iniciar o curso, a taxa do sympla fica retida do valor pago, será enviado por e-mail cancelando automaticamente do sistema sympla, devolvendo para sua conta cadastrada.




Esperamos que essa experiência online promova um rico campo de conhecimento com o conforto e

dialogando com a diversidade cultural e patrimonial sem fronteiras.

Nos vemos em breve !!


Rua Pedro Ernesto, nº 32/34, Gamboa - Rio de Janeiro - RJ 

E-mail: [email protected]

@institutopretosnovos  


 

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INSTITUTO DE PESQUISSA E MEMÓRIA PRETOS NOVOS - IPN

O Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN), foi criado em 13 de maio de 2005, com a missão de pesquisar, estudar, investigar e preservar o patrimônio material e imaterial africano e afro-brasileiro, cuja conservação e proteção seja de interesse público, com ênfase ao sítio histórico e arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos, sobretudo com a finalidade de valorizar a memória e identidade cultural brasileira em Diáspora.

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