Talvez você não saiba quais são as outras oito, mas com certeza sabe que o cinema é a Sétima Arte. Também deve saber que, de todas as artes, apenas o cinema consegue misturar todas elas e ainda fazer isso de um jeito que atinge um público maior que todas outras juntas. E amar, entender, discutir, desafiar e celebrar os filmes é a função do crítico de cinema.
Ao contrário do que muitos pensam, se tornar um crítico de cinema não é um milagre misterioso e nem inspiração divina, mas sim muito trabalho, paixão e, porque não, um pouco de loucura para se meter nessa roubada.
Por isso, o melhor é deixar de lado os problemas e focar na parte boa. Na parte onde o crítico de cinema cria uma pequena obra de arte que serve de anexo para uma obra de arte ainda maior. Sim, a crítica, como texto, é um pedacinho daquele filme, um retrato fiel, tanto do que o filme provoca, quanto do seu legado para aquele período de tempo onde ele estará inserido para o resto de sua vida.
Quem vê o filme enxerga um pedacinho do mundo pelos olhos de uma série de artistas; quem lê a crítica, têm a oportunidade de entender o que está lá por trás, o que não foi dito, como foi dito e para quem. Um filme é plano, projetado em uma grande tela cinza, mas tem tantas camadas por trás que precisa de uma imersão ainda maior para que tudo chegue ao topo.
O crítico de cinema desvenda isso, mas não o faz sem o mais importante: a comunicação. Mais do que entender, o crítico de cinema precisa passar essa informação para frente.
O Workshop Crítica de Cinema na Prática visa apresentar técnicas de escrita, percepção, discussão e análise sobre o tema, tudo condensado em um mini curso que fará com que os profissionais da área de comunicação e interessados no mundo do cinema estejam mais preparados para emitir suas opiniões e análise de modo claro, eficiente, poderoso e sempre pronto para celebrar o mundo do cinema do jeito que ele merece.
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