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VIDA EM DESBORDA

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Evento encerrado

VIDA EM DESBORDA

Museu de Arte da Pampulha (MAP) - Belo Horizonte, MG
30 de agosto de 2019, 19h - 01 de setembro de 2019, 20h

Ingressos

DIA 30/08 - 19H
Grátis
Vendas até 30/08/2019
Encerrado
DIA 31/08 - 18H
Grátis
Vendas até 31/08/2019
Encerrado
DIA 01/09 - 18H
Grátis
Vendas até 01/09/2019
Encerrado

Descrição do evento

VIDA EM DESBORDA

RITO I grito no abismo cartas para minha morta. RITO II nota pública: “para acabar com o juízo…”


Um espetáculo performático com concepção, direção e atuação de Clarissa Alcantara, realizado em parceria com a videoartista Tereza Marinho. 


Clarissa é filósofa e performer, criadora do Teatro Desessência, uma prática performática que pesquisa há 30 anos, com a qual efetua combinações entre filosofia, performance, literatura, antropologia e esquizoanálise. 


As cartas que Clarissa grita à sua morta, são as últimas cartas que escreveu para sua mãe, em um diário, quando ela, em seu último ano de vida, sofria de Alzheimer. Cartas não enviadas. Doze anos depois, Clarissa propõe abrir a relação abismal entre vivos e mortos, com sua prática artística e clínica, criando uma continuidade radical entre a arte, a filosofia e a fenomenologia dos espíritos, entre os estados intensivos da performance e a incorporação, rompendo com tabus institucionais religiosos manipuladores da dimensão espiritual cotidiana. A questão ultrapassa a história pessoal da artista que utiliza suas cartas de amor à sua mãe como um manifesto: “Toda carta de amor é um manifesto. Todo grito é uma reivindicação”. Do seu grito, faz nascer um grito desajuizado de mil gritos que se junta ao da existência de outros povos e povoamentos. Para acabar com o juízo é preciso desmoronar com fundamentos e emergir um sem-fundo do fundo de toda a expressão. 


Para a concepção deste espetáculo, Clarissa inspirou-se em suas vivências espirituais com os cultos de matriz africana, aprofundando com suas pesquisas filosóficas a relação sensível que perpassa seu corpo, sem se prender a nenhuma abordagem religiosa. A presença ritualística da performer, das sonoridades e das imagens, cria uma variação de ressonâncias que se conectam às forças humanizadas da natureza, os Orixás, vibrando em seu corpo a multiplicidade dessas intensidades incorpóreas. 


Ficha Técnica


Concepção, direção e performance: Clarissa Alcantara

Dramaturgia: Clarissa Alcantara e Tereza Marinho

Videoartista: Tereza Marinho

Músicos percussionistas: Celso Nascimento, Naná Carneiro, Wellison Pimenta (VIOLA)

Concepção sonora: Celso Nascimento e Clarissa Alcantara

Coordenação técnica: André Oliveira

Projeção das imagens: André Oliveira

Figurino: Ana Virgínia Guimarães Álvares

Produção: Regina Ganz


Duração: 80 minutos aproximadamente

Classificação: livre

Sobre o produtor

Local

Museu de Arte da Pampulha (MAP)
Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16585, Pampulha
Belo Horizonte, MG

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