Sem conexão com a internet

Rede Oblata Brasil

Sobre o produtor

A Congregação das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor nasceu no século XIX, na Espanha, a partir das experiências e inquietações vivenciadas por Padre José Serra e Antonia de Oviedo, diante do abandono e da miséria em que se encontravam mulheres em contexto de prostituição, principalmente as que passavam por internação, durante um longo período, no Hospital São João de Deus.

 

A missão Oblata se consolidou ao longo dos anos e atualmente está presente em 15 países. No Brasil, a história começou a ser construída no dia 31 de janeiro de 1935, quando sete irmãs da Espanha chegaram ao Rio de Janeiro com a proposta inicial de construir Educandários para acolher meninas carentes. A partir de então, foram ativadas quatro unidades, em diferentes locais do país (Belo Horizonte/MG; Juazeiro/BA; Salvador/BA; São Paulo/SP), resgatando a missão do trabalho com mulheres em contexto de prostituição e vulnerabilidade social, e no enfrentamento ao tráfico para fins de exploração sexual.

 

No ano de 2003, nasceu a Rede Oblata Brasil, diante da necessidade de animar e articular os projetos de missão para impulsionar o desenvolvimento humano e social das mulheres. A Rede mantém-se através de intercâmbio de informações, troca de saberes e de experiências; na formação continuada da equipe e no desenvolvimento de ações conjuntas para sensibilização social.

 

Com equipes multidisciplinares e o apoio das religiosas, as unidades Oblatas, além do trabalho direto com o público assistido, desenvolvem seminários, cursos, campanhas, eventos nas redes sociais e manifestações em locais públicos, na perspectiva de dar visibilidade à realidade das mulheres e às violações de direitos que atravessam suas histórias de vida. Além disso, o trabalho realizado contribui para a desconstrução do estigma e preconceitos que permeiam os imaginários sociais a respeito do fenômeno da prostituição. Através de ações de Advocacy e controle social, busca-se junto ao poder público o acesso aos direitos sociais, a superação das situações de violências e a implementação de políticas públicas que possibilitem o processo de emancipação e consolidação da cidadania das mulheres.

 

Em 2020, em virtude da Pandemia da covid-19, o cenário de atuação do terceiro setor se tornou bastante desafiador, pois, além dos problemas estruturais e sistêmicos, a epidemia global acarretou o acirramento da crise econômica, social e política já enfrentadas pelo país, reforçando as desigualdades e vulnerabilidades sociais da população. A acentuação da feminização da pobreza corroborou consequentemente com o aumento do número de mulheres iniciando ou regressando para o contexto da prostituição.

 

Diante dessa realidade, a Rede precisou buscar adaptação às novas formas de trabalho, com a utilização de ferramentas criativas e dinâmicas para dar continuidade aos atendimentos, bem como ao processo de sensibilização, que também faz parte da missão. A internet se revelou como um mecanismo imprescindível dentro desse processo, proporcionado espaços de comunicação e um eficiente canal de assistência às mulheres.

 

Para conhecer mais sobre o trabalho da Rede Oblata Brasil, acesse nosso portal e os blogs das unidades. Conheça também o relatório de 2020, com os principais resultados alcançados, bem como os avanços e desafios deste período (link abaixo). Vale destacar que a compilação dos dados contou com a contribuição de todas as Unidades da Rede Oblata Brasil, através da análise dos seus registros e sistematizações coletadas durante o ano.

 

Acesse o relatório e leia online


https://www.oblatassr.org/acao-social/brasil/ 

https://pastoraldamulher.oblatassr.org/

https://ffeminina.oblatassr.org/

https://dialogospelaliberdade.oblatassr.org/

https://projetoantonia.oblatassr.org/

 



Notou algo suspeito nessa página?Denuncie