Produza seus eventos aqui!
crie seu evento


JOSÉ MAURO BRANT
1 – PRÊMIOS
- Homenagem - Academia Brasileiro de Contadores de Histórias
– 2023
- Prêmio Zilka Salaberry – Melhor Produção - 2018
- Prêmio CBETIJ – Melhor texto e Melhor Espetáculo – 2018
- Prêmio Zilka Salaberry – Indicado melhor ator - 2011
- Prêmio FUNARTE – Myrian Muniz - 2009
- Prêmio SHELL de teatro – Indicado como melhor ator de 2007
- Prêmio TIM de Música – Indicação para Melhor disco
Infantil - 2007
- Prêmio “Rival/Petrobrás” – Categoria: Atitude - 2006
- Prêmio TIM de Música – Melhor disco Infantil - 2003
- Trófeu Mambembe do Ministério da Cultura - Melhor Ator
Coadjuvante 1997
- Prêmio Coca-Cola - Melhor ator e categoria especial
(Pesquisa) - 1998
- Indicação ao Trófeu Mambembe do Ministério da Cultura -
Melhor Ator -1993
Ator, cantor,
autor e diretor de teatral com mais de 80 espetáculos no currículo, José Mauro
Brant se define com uma só expressão: “Sou um contador de Histórias”.
Atuando no teatro profissional desde 1988,
trabalhou como ator com diretores como: Gerald Thomas, Ítalo Rossi, Werner
Herzog, Aderbal Freire Filho, Naum Alves de Souza, Moacir Chaves. Brant é
presença constante em musicais brasileiros, entre 2018 e 2022 esteve cartaz
pelo Brasil com “Bem Sertanejo - O Musical”, ao lado de Michel Teló.
Desde 1989
trabalha ininterruptamente em criações dedicadas à infância e juventude.
Participou de montagens com importantes companhias como Cia de Teatro Medieval,
Cia Pequod de Teatro de Animação entre outras. Trabalhou com importantes
realizadoras como Karen Acioly, Cacá Mourthé.
Cursou Formação de Ator na Faculdade da Cidade
e Letras na PUC-RJ, mas foi em 1993, junto ao PROLER (Programa de Leitura da Biblioteca
Nacional) que Brant, começou a sua formação na linguagem dos contadores de
histórias em ambientes de promoção de leitura. Desde então, Brant se tornou
referência e segue se apresentando em teatros, escolas, hospitais - em todo o
Brasil e no exterior. Já publicou 4 livros e diversos artigos em livros de
referência. Brant integrou programas ligados ao livro e a leitura como o
PRO-LER (Biblioteca Nacional), Acelera Brasil (Fundação Ayrton Senna), Leia
Brasil (Petrobrás); e participou de eventos por todo o país e em países como
Espanha, EUA, Portugal, Colômbia e Cabo Verde. Participou, contando histórias,
do programa televisivo: ABZ Ziraldo, comandado pelo famoso escritor na TV
Brasil. Seu primeiro livro, pela ed. Rocco, foi duas selecionado pelo PNBE e
distribuído para escolas públicas de todo o país. No ano de 2023 José Mauro é o
narrador homenageado pela Academia Brasileira de Contadores de Histórias, em
Curitiba, pela sua contribuição para o desenvolvimento da arte narrativa no
Brasil.
Recuperar e promover
a manutenção das cantigas de ninar, os contos tradicionais brasileiros e
difundir o livro e a leitura, sempre foram a sua maior intenção. Em 1996
estreou seu primeiro espetáculo contando e cantando histórias: “Contos, Cantos
e Acalantos”. Num pequeno auditório no Museu de Folclore Edson Carneiro, com o
palco nu, José Mauro, desfiava contos e cantos populares brasileiros encantando
o público com a sensibilidade da sua forma de narrar. O espetáculo virou CD:
“Contos, Cantos e Acalantos” que ganhou o “Grande Prêmio da Música Brasileira”,
na categoria melhor álbum Infantil; e o prêmio: “Rival/Petrobrás” de Música
independente, na categoria “Atitude” - pela pesquisa e idealização do projeto.
Seu nome consta em diversas publicações (como
o “I catálogo livre do teatro infantil” – Publicação do “Centro de Referência
do Teatro Infantil, e o “Guia para Crianças”) como um dos mais prestigiados
artistas independentes com trabalho continuado de pesquisa unindo música e
literatura por meio da linguagem dos contadores de histórias.
Suas imersões
em universos literários renderam uma série de espetáculos que escreveu e/ou
dirigiu: “Saber viver nos dias que correm” de Clarice Lispector e Caio Fernando
Abreu (2009), “A Viagem Grandota” Inspirado em Mário de Andrade (2010);
“Contando Machado de Assis” (2008), e “Federico García Lorca – pequeno poema
infinito”, que lhe valeu a indicação para o prêmio Shell 2007 de melhor ator. O
roteiro, autoria de Brant em parceria com o diretor Antonio Gilberto, foi
publicado pela editora “Imprensa Oficial” dentro da série “Aplauso”.
Hoje, Brant concilia seus espetáculos de
narração com a criação e direção de espetáculos musicais: “Era uma vez...
Grimm” e “O Pequeno Zacarias – uma ópera irresponsável” (da obra de E.T.A.
Hoffmann), parcerias com o maestro Tim Rescala, ganharam, ambos, prêmio APTR de
melhor música. Em 2018, “Makuru um Musical de Ninar”, também lançado em CD em
todas as plataformas digitais, ganhou 15 prêmios e 30 indicações nas principais
premiações do teatro carioca. Foram 9 prêmios CBTIJ incluindo melhor texto
(Para Brant), melhor música e melhor espetáculo infanto-juvenil. Dirigiu a
ópera “O Perigo da Arte” ópera de Tim Rescala, que abriu a temporada lírica da
Sala Cecília Meireles e foi apontada pelo jornal “O globo” como um dos 10
melhores eventos de música clássica do ano de 2014. Realizou a ocupação
“Dulcina Abre o Pano” em que Brant também foi curador no ano de 2013.
Desde agosto de 2020 Brant tem se dedicado a
ministrar oficinas on-line de formação de contadores de histórias e criou o
projeto: “Reconto-Cada Qual no seu Recanto”, uma mostra internacional de
contadores de histórias que completou 10 edições on-line e em parceria com o
SESC RJ – realizou 4 edições híbridas em unidades do SESC, por meio do edital SESC
PULSAR.
“O Paraíso Mais Belo do Mundo”, baseado na
obra do escritor português Valter Hugo Mãe, teve sua estreia on-line em julho
de 2021 no canal do YouTube: “Biblioteca Paraíso”. Brant acaba de estrear, no
CCBB – RJ, o espetáculo: “Missão Flicts”, uma invenção literária multimídia, em
que José Mauro experimenta novas maneiras de contar histórias usando a música e
a tecnologia para narrar a obra de Ziraldo no ano em que ele completa 90 anos.
https://youtu.be/CKnRpjPQncw?si=VHksLTpzK9O87Wkr