Pensar a escuta e o som no domínio da Filosofia levanta um grande número de questões. Dentre elas, a pergunta pelo fundo sensível que domina a tarefa filosófica. De alguma maneira a escuta e o som são governados por um destino atribuído ao visual que, como tal, se distribui à totalidade da percepção e da sensibilidade em geral. Assim também, a escuta não é simples objeto de reflexão e de estudo para a Filosofia. Sua singularidade pode ser claramente indagada, mas as consequências desta indagação põem em questão a própria sensibilidade da filosofia. Pensar a escuta no domínio da Filosofia é também pensar a dinâmica sensível que a governa.
4 horas de curso onde serão abordados os três tópicos que se seguem:
- Som e Filosofia: revisão histórica e influências sonoras contemporâneas;
- Divisão dos sentidos;
- Filosofia e som por meio de experiências musicais e cinematográficas contemporâneas.