17 jan - 2026 • 13:00 > 17 jan - 2026 • 18:00
17 jan - 2026 • 13:00 > 17 jan - 2026 • 18:00
XII Seminário Memória da Ancestralidade da Pequena África e Sua Resistência
Tema: Território da Pequena África e o Cais do Valongo – avanços e desafios. O que queremos?
O XII Seminário “Memória da Ancestralidade da Pequena África e Sua Resistência” é um evento gratuito que promove o debate, a reflexão e a valorização da história afro-brasileira, com foco no Território da Pequena África e no Cais do Valongo, patrimônio mundial da humanidade e símbolo de resistência, memória e ancestralidade negra.
Realizado pelo Centro de Referência do Legado e Memória de Tia Ciata – Casa da Tia Ciata, o seminário tem como objetivo a socialização dos saberes, o fortalecimento da educação antirracista e o incentivo a projetos educacionais, culturais e de pesquisa voltados à preservação da memória histórica afrodescendente.
A programação dialoga com os desdobramentos do XI Seminário, conectando passado e presente, e reafirma o papel da instituição como agente educador e cultural, promotora de palestras, cursos, simpósios, fóruns, exposições e manifestações culturais afro-brasileiras, com atuação em âmbito nacional e internacional.
O evento integra as atividades do mês de janeiro, período marcado por datas simbólicas da memória negra, como o 13 de janeiro, nascimento de Tia Ciata, referência fundamental da cultura, da resistência e da história da Pequena África no Rio de Janeiro.
17 de janeiro de 2026
Das 13h às 18h
Museu de Arte do Rio – MAR
Evento gratuito
Palestrantes convidados:
Célio Oliveira é empresário, contador e administrador, candomblecista com trajetória marcada pela atuação na cultura afro-brasileira e nas tradições afro-religiosas. Integra conselhos e instituições voltadas à valorização do samba, da memória negra e dos direitos da população negra, sendo atualmente presidente da UNIAFROFC-RJ e da Associação Cultural Recreativa Afoxé Filhos de Gandhi, além de 1º secretário e conselheiro do COMDEDINE-RIO e do Museu do Samba.
Patrícia Regina Corrêa Wanzeller possui mais de 17 anos de experiência em pesquisa e gestão do patrimônio histórico e cultural, com fortes competências em comunicação, oratória e planejamento estratégico. Atualmente é Superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no Rio de Janeiro e Presidente Bipartite do Comitê Gestor do Sítio Arqueológico do Cais do Valongo, onde lidera iniciativas voltadas à preservação, valorização e gestão do patrimônio cultural brasileiro.
Gisele Dias Soares é líder social carioca, administradora com ênfase em empreendedorismo e meio ambiente e pós-graduada em Gestão Pública. Moradora do Morro da Providência, atua há mais de 25 anos na defesa dos direitos e da cidadania em favelas do Rio de Janeiro, sendo presidente da Associação de Moradores do Complexo da Região Portuária, diretora da Federação Estadual de Favelas do Estado do Rio de Janeiro e da Liga dos Blocos da Região Portuária, além de protetora dos animais e integrante do Comitê do Cais do Valongo, com atuação voltada à articulação comunitária, à cultura popular e a políticas públicas territorializadas.
Merced Guimarães é fundadora e presidente do Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN), criado a partir da descoberta, em 1996, do sítio arqueológico do antigo Cemitério de Pretos Novos, localizado em sua residência na Gamboa, no Rio de Janeiro. Desde então, dedica-se à preservação e difusão da memória da escravidão e da história afro-brasileira, promovendo ações educativas, culturais e antirracistas, além de coordenar o Museu Memorial dos Pretos Novos; sob sua liderança, o IPN recebeu o Prêmio Heloneida Studart de Cultura.
Monica Lima é Diretora-Geral do Arquivo Nacional e professora de História da África e coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atuou como historiadora no Grupo de Trabalho responsável pelo dossiê de candidatura do Cais do Valongo a Patrimônio Mundial e integra, como membro titular, o Comitê Gestor do sítio. É coautora do livro Pequena África – histórias, memórias e personagens num museu de território (2025), escrito em parceria com a historiadora Martha Abreu.
Mediação:
Gracy Mary Moreira é bisneta de Tia Ciata, a Matriarca do Samba, presidenta da Casa da Tia Ciata, Gestora do Centro de Referência do Legado e Memória de Tia CIata e Presidente Bipartite do Comitê Gestor do Sítio Arqueológico do Cais do Valongo. Foi diretora do Museu do Negro e recebeu o título de Doutora Honoris Causa. Atua na idealização e coordenação de projetos culturais e educacionais voltados à memória afro-brasileira.
Teremos ainda:
Apresentação artista de Layza Griot e Samba da Cabaça.
Participe, inscreva-se gratuitamente e fortaleça a memória, a ancestralidade e a resistência da Pequena África.
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesPraça Mauá, 5 Centro
Rio de Janeiro, RJ

Casa da Tia Ciata
Casa da Tia Ciata - ORTC Organização Cultural Remanescentes de Tia Ciata A organização é constituída através de doações e foi fundada em 2007 por descendentes de Hilária Batista de Almeida (Reconcavo Baiano, 1854 - Rio de Janeiro, 1924), conhecida como Tia Ciata, para preservar a memória e perpetuar o seu importante legado . A ORTC é uma expressão de continuidade da prática empreendedora de Ciata. Seu trabalho visa difundir e valorizar as diversas vertentes da cultura afro descendentes.
Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

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