08 nov - 2026 • 17:00 > 08 nov - 2026 • 19:00
08 nov - 2026 • 17:00 > 08 nov - 2026 • 19:00
Venha celebrar uma década de música Yiddish!
Há 10 anos, um grupo de músicos começou a se reunir no Rio de Janeiro com um desejo simples e ousado: fazer a música Yiddish soar de novo, viva, vibrante e cheia de afeto. De lá pra cá, foram palcos, praças, escolas, festivais e muitas canções que atravessaram gerações. Agora é hora de comemorar, e queremos você com a gente!

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Domingo, 8 de Novembro
Horário: 17h
Local: ASA • Associação Scholem Aleichem
Endereço: Rua São Clemente, 155 — Botafogo, Rio de Janeiro
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Para celebrar seus 10 anos, o Grupo Musical Viver com Yiddish sobe ao palco com um repertório inédito: um encontro entre canções que marcaram a trajetória do grupo e novos arranjos. O bandolim e o violão do choro, a flauta, o violino, a percussão e as vozes contam, cada um à sua maneira, histórias que trazem e refazem memórias, humor, saudade e celebração.
Tem canções para dançar, para se emocionar e para cantar junto. É um programa para toda a família!
A música também ganha corpo em cena. Teremos participações de dança contemporânea e sapateado, trazendo movimento, alegria e intenção às interpretações musicais. E como todo bom aniversário, vamos oferecer um brinde para comemorar juntos ao fim do show!
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Nossa história: 10 anos vivendo com Yiddish
O Viver com Yiddish nasceu na PUC-Rio, pelas mãos da professora Sonia Kramer, como parte do projeto de pesquisa Aprender e ensinar Yiddish como resistência e experiência identitária. Sonia aprendeu Yiddish em casa, com os pais e os avós, entre discos, jornais e livros. Seu pai, Chialé Kramer, sobreviveu Auschwitz. Fazer o Yiddish cantar de novo é também uma forma de virar pelo avesso uma história de destruição. Anos depois, Sonia decidiu compartilhar esse tesouro com uma nova geração. Desde o princípio, o projeto reúne jovens judeus e não judeus com a ousadia de voltar à origem e resgatar uma língua cantada e compartilhada, que segue resistindo e se recriando na música, na literatura e na vida cotidiana.
Do choro ao Yiddish
O encontro aconteceu pela música. Aline Silveira e Bruno Rian vieram do choro, trazendo o legado de mestres como Jacob do Bandolim, Deo Rian e Altamiro Carrilho. Bruno chegou com seu bandolim doce e eloquente. Aline veio da Escola de Música da UFRJ com sua flauta, seu piano e seu olhar de direção musical. Com ela vieram Thais Goulart, com a voz encantadora e cheia de ternura e o violino, e Davi Nascimento, com a percussão que dá pulso e movimento às canções. Por entre notas e tons, palavras e sentidos, quando o grupo percebeu, já estava mergulhado na música Yiddish. Uma poesia viva! Não por acaso, em Yiddish a palavra lid quer dizer ao mesmo tempo poema e canção.
Um grupo que cresceu
Hoje o grupo conta também com a voz potente e expressiva de André Novaes, o violão cheio de harmonia e balanço de Guido Tornaghi, e com a narração de Tarsila Nascimento, que, com doçura, situa cada canção e seu contexto. Nas participações especiais, a música ganha corpo com a dança contemporânea de Miriam Weitzman, que desenha no espaço o que as canções dizem em palavras, e o sapateado de Alice Fucs, que transforma os pés em percussão. Por trás do palco, uma equipe dedicada cuida da produção, das oficinas, da pesquisa e da comunicação. Somos pessoas de diferentes origens, gerações e formações, unidas pela alegria, a responsabilidade e a paixão pelo Yiddish.
Uma década de encontros
Nas apresentações, o público começou a perguntar pelo CD, que ainda não existia. Em 2017 nasceu Likhtik / Iluminado, álbum com 16 canções, participações especiais e grandes amizades. Desde então, a música do grupo chega às crianças nas oficinas de música e histórias da Escola Eliezer Max e ocupa palcos, praças e festivais. Pelo caminho vieram encontros e parcerias com artistas nacionais e internacionais.
Sempre em movimento
Dez anos depois, o Viver com Yiddish segue fazendo o que mais gosta: resgatar canções (quase) esquecidas, criar novos arranjos, experimentar gêneros e por vezes compor músicas próprias. O desejo continua o mesmo do começo: que essas canções virem trilha sonora do cotidiano de crianças, jovens e adultos, em casa, na escola, com amigos e em família, e que outros músicos voltem a tocar e cantar em Yiddish. Far vos nisht? (Por que não?)
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Quem sobe ao palco
Aline Silveira (flauta e piano) é professora, pesquisadora e musicista. É Mestre em Música pela UFRJ, onde é Diretora Adjunta de Extensão da Escola de Música, e Doutora em Educação pela PUC-Rio, com tese sobre canções de ninar Yiddish. Coordena o ensino de música nas oficinas com crianças.
André Novaes (voz) é cantor formado pela UFRJ, onde é professor de música no curso de extensão. É aluno do curso de Yiddish da PUC-Rio.
Bruno Rian (bandolim) é especialista em performance do choro brasileiro e conselheiro do Instituto Jacob do Bandolim. É professor de História e Mestre em Educação pela PUC-Rio, com pesquisa sobre narrativas de netas e netos de sobreviventes do Holocausto.
Davi Nascimento (percussão) é percussionista da Banda Sinfônica da Marinha e responsável pela percussão e por arranjos do grupo.
Guido Tornaghi (violão) é violonista formado pela UNIRIO, onde cursa o Mestrado Profissional em Música. Estudou na Escola Portátil de Música e é presença constante nas rodas de choro do Rio.
Thais Goulart (voz e violino) é musicista e professora de música da Rede Municipal do Rio de Janeiro. É Especialista em Educação Infantil pela PUC-Rio.
Participação especial
Alice Fucs (sapateado) é sapateadora professora de ritmo e percussão corporal. Integra a equipe do Núcleo Viver com Yiddish, onde participa das oficinas com crianças nas escolas e do grupo de pesquisa na PUC-Rio, além de ser professora no curso de língua Yiddish oferecido pelo grupo.
Miriam Weitzman (dança contemporânea) é bailarina formada pela Escola Angel Vianna e pela Técnica Alexander em Jerusalém. É ensaiadora e professora da Esther Weitzman Companhia de Dança, com mais de 25 anos de trajetória.
Tarsila Nascimento (narração) é pedagoga e professora do Ensino Fundamental na Rede Municipal do Rio de Janeiro. Especialista em Educação Infantil pela PUC-Rio, onde cursa o Mestrado em Educação e integra a equipe do Núcleo Viver com Yiddish como assistente de Coordenação dos cursos de Yiddish, aluna e monitora.
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Sobre o Núcleo Viver com Yiddish
O Núcleo Viver com Yiddish da PUC-Rio se dedica a manter viva a cultura e a língua Yiddish no Brasil. Oferece cursos de Yiddish na PUC-Rio para diversos níveis, oficinas de música e literatura para crianças em escolas, favorecendo que as novas gerações conheçam a cultura e a língua. Suas iniciativas têm se destacado pela integração de práticas artísticas e educacionais, promovendo um espaço de aprendizado, pesquisa e celebração contínua.
Este evento é uma realização do Núcleo Viver com Yiddish.
Equipe Técnica
Coordenação Geral: Sonia Kramer
Produção: Miriam Weitzman
Assistência de Produção: Alice Fucs, Alice Reimann, Julia Wasserman, Rafaela Calixto, Tarsila Nascimento
Técnico de Som: Sérgio de Oliveira Manso
Fotografia e Operação de Luz: Luana Gutmacher
Design e Web: Luiza Kramer
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Comemore com a gente: a poie o Viver com Yiddish!
Cada show, oficina e curso acontece graças a quem acredita nessa história.
Se você quiser deixar um presente de aniversário para o grupo, ajude os projetos do Núcleo com uma doação!
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CNPJ 33.587.566/0001-10
Email [email protected]
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Dez anos de música, memória e alegria merecem um brinde.
Lekhayim! Venha celebrar com a gente!
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Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua São Clemente, 155 Botafogo
Rio de Janeiro, RJ

Viver com Yiddish
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