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Vitrine UERJ | Espetáculo CORINGA | LIBRAS

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Vitrine UERJ | Espetáculo CORINGA | LIBRAS

28 abr - 2023 • 19:00 > 28 abr - 2023 • 20:30

Evento encerrado

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28 abr - 2023 • 19:00 > 28 abr - 2023 • 20:30

Evento encerrado

Descrição do evento

Contrastes sociais da Zona Sul Carioca dão o tom de "Coringa", espetáculo de Renata Mizrahi

 

Com apresentações a preços populares, “Coringa” volta ao Rio de Janeiro.

A peça participa do projeto Vitrine UERJ no Teatro Odylo Costa, filho com apresentações nos dias 29, 30 e 31 de março.

 

Na peça, que teve sua estreia em janeiro na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema no Rio de Janeiro a autora Renata Mizrahi, (vencedora do Prêmio Shell em 2015, com a peça "Galápagos") observadora perspicaz do cotidiano, ficou impressionada com um quiprocó que tomou conta da Praça Nossa Sra. da Paz, em Ipanema, pouco antes da pandemia. Frequentadora do local com o filho pequeno, Gael, ela viu uma babá ser acusada, sem provas, de envenenar parte do gramado, com o suposto intuito de matar cachorros. O incidente, que colocou em primeiro plano não só a rixa entre mães de cães e de crianças, mas a questão da coexistência e os contrastes sociais da Zona Sul, inspirou Renata a dar forma ao texto “Coringa”.

A obra dialoga com o universo do cotidiano que as atrizes Bianca Sacks e Bruna Macaciel, da Cia DUE, estavam justamente buscando para seu novo trabalho. “Há cinco anos estamos conversando com a Renata sobre a ideia de montar uma peça com esse enfoque”, contam Bianca e Bruna, idealizadoras do espetáculo. As atrizes dão vida às personagens Lia e Mara, duas estranhas que se encontram em um apartamento em Ipanema para discutir quem deu veneno de rato a Coringa, o cachorro de Mara que quase morreu. Enquanto Mara tem certeza de que foi a babá do filho de Lia a culpada, e deseja uma punição, Lia, por sua vez, culpa Mara por permitir que seu cachorro invada a área das crianças em vez de ficar restrito ao Carandiru, nome do espaço destinado aos cães.

Este embate que beira o nonsense, propõe uma crítica, com humor ácido, à nossa distópica realidade, que naturaliza absurdos.

 "Falamos da bolha. Essa encenação é para criticarmos essas situações. Nossa proposta é gerar um debate sobre o privilégio da elite branca e como isso, constantemente, leva à cegueira e a um enorme abismo social. A quem pertence a verdade? Gosto de observar o macro pelo micro, colocando densidade em situações aparentemente banais e cômicas, mas propulsoras de reflexões", diz a autora e diretora.

 Para dar forma ao espetáculo, Renata optou por uma concepção minimalista, que vai na direção do teatro surrealista, dando luz à própria situação absurda que o texto apresenta.

A encenação tem o objetivo de revelar a hipocrisia das personagens, sem medo de explorar mudanças bruscas de jogo de cena a cada degrau da peça.

A cenografia e figurinos são de Guilherme Reis (vencedor na categoria Melhor Direção de Arte do Prêmio FICC 2019 de cinema) e a trilha sonora e o design de som levam a assinatura de Felipe Dias. O desenho de luz é dos iluminadores Rommel Equer e Maurício Fuziyama. A produção fica a cargo de Fernanda Avellar, Trestada produções.

 O espetáculo "Coringa" foi contemplado pelo edital Retomada Cultural 2 da Secretaria Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro. O texto recebeu ainda uma menção honrosa no Concurso Nacional de Dramaturgia Carlos Carvalho 2022, Porto Alegre, RS.


>Sessão com LIBRAS 

>O Teatro possui elevador para pessoas com dificuldade de locomoção.


Ficha Técnica

Renata Mizrahi: Texto e Direção

Elenco: Bianca Sacks e Bruna Macaciel

Direção de Produção: Fernanda Avellar

Diretora Assistente: Gizelly de Paula

Cenário e Figurinos: Guilherme Reis

Desenho de Luz: Rommel Equer e Maurício Fuziyama

Trilha sonora original e design de som: Felipe Dias

Fotografia e Vídeo: Dalton Valerio

Design Gráfico: Leticia Rumjanek

Idealização: Cia DUE

Realização: Trestada Produções


28 de abril

Sexta às 19h

Teatro Odylo Costa, filho

R. São Francisco Xavier, 524 - Maracanã, Rio de Janeiro – RJ - UERJ

Classificação: 14 anos

Duração: 50 min

Bilheteria do Teatro aberta a partir das 18h, nos dias de apresentação. Pagamento por PIX ou cartão, de preferência.

Abertura do Teatro: 18h. 


Produção Vitrine UERJ: Divisão de Teatro da UERJ | Teatro Odylo Costa, filho 

Realização: UERJ | Pró-Reitoria de Extensão e Cultura | Departamento Cultural


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Local

Teatro Odylo Costa, filho

Rua São Francisco Xavier, 524 Maracanã

Rio de Janeiro, RJ

Termos e políticas

Sobre o produtor

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DIVISÃO DE TEATRO DA UERJ

A Divisão de Teatro da UERJ administra os espaços culturais: Teatro Odylo Costa, filho | Teatro Noel Rosa | Concha Acústica Marielle Franco. A Diteatro tem um importante papel cultural no mercado artístico fluminense e brasileiro. O setor desenvolve projetos artísticos-culturais em parceria com artistas, companhias teatrais, instituições de ensino da comunidade interna e externa, através de Projetos de Extensão e bolsas pró-Cultura. Para saber mais: https://www.instagram.com/teatrosuerj

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