Vamos Pra Costa?
SINOPSE
Três pescadores-dançarinos em cena descrevem suas funções na pescaria artesanal que acontece entre outubro e março no litoral baiano, na cidade de Itacaré/BA. A partir de suas experiências, podemos conhecer um pouco mais sobre a pesca da Costa: a relação de hierarquia e de confiança, o poder da visibilidade, a especificidade de cada corpo em executar uma determinada ação, temporalidades. Um espaço múltiplo de troca, pessoas de diferentes regiões se encontram para realizar a pesca artesanal. O alimento, os encontros, a disputa, a sobrevivência, a vivência, todos juntos. Mas sem peixes não tem canoa na arrebentação, sem peixes não tem rede bem costurada, sem peixes não tem piageiros, sem peixes não tem histórias.
Duração: 40 minutos
Classificação etária indicativa: Livre
Ficha Artística:
Direção artística e criação: Verusya Correia
Criação e performance: Arionilson Xixito, Miquiba Cruz e Valmilson Pericles Nascimento
Designer e operação de luz: Márcio Nonato
Cenário e figurino: Núcleo da Tribo
Produção: Casa Ver Arte
Duração: 40 minutos
Classificação etária indicativa: Livre
Serviço:
Dias 21 e 22 de junho, às 21h e 23 de junho, às 18h
Venda de Ingressos:
sympla.com.br | Bilheteria do Teatro 1h antes do espetáculo (mediante disponibilidade)
Venda SEM lugares marcados
Sobre o FIT BH 2024
O Festival Internacional de Teatro, Palco & Rua de Belo Horizonte chega para a sua 16ª edição cheio de celebrações: são 30 anos de festival e 10 anos de Teatro como Patrimônio Cultural Imaterial de Belo Horizonte!
Neste ano festivo, o FIT BH 2024 enxerga o teatro enquanto um patrimônio imaterial capaz de conectar tempos, espaços e memórias, a partir de pontes que nos levam de um lugar ao outro e propiciam novos encontros e experiências.
Esta edição acredita que a memória não é somente uma lembrança do passado, mas também uma possibilidade de fabulação do que queremos do presente e esperamos do futuro. Quais memórias não podem ser esquecidas e quais outras o teatro pode inventariar?
Com a presença de múltiplas culturas, visões de mundo, geografias, corpos, espacialidades, vozes e subjetividades, esta edição do FIT BH convida o público a revisitar as memórias sociais coletivas e a refletir sobre a própria ideia de teatro.