13 jun - 2026 • 10:30 > 13 jun - 2026 • 13:30
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Vamos falar de...
MARIO VARGAS LLOSA & THOMAS MANN
Com Victoria Saramago & Paulo Soethe
Sábado | 13 de junho | 10h30
PROGRAMAÇÃO
10:30 CONTRA VENTO E MARÉ? A OBRA DE MARIO VARGAS
LLOSA EM PERSPECTIVA
Victoria
Saramago
12:00 THOMAS MANN, O MAGO: PERIPÉCIAS TRANSATLÂNTICAS
EM TEMPOS TEMPESTUOSOS
Paulo
Soethe
Dois romancistas vencedores do Prêmio Nobel de Literatura
terão suas vidas e obras apresentadas no segundo encontro da Série Literária
2026. A professora da Universidade de Chicago Victoria Saramago virá ao Brasil
especialmente para falar, na Fundação Maria Luisa e Oscar Americano, do peruano
Mario Vargas Llosa; ao passo que Paulo Soethe, professor da Universidade
Federal do Paraná, virá de Curitiba para falar do alemão Thomas Mann.
CONVIDADOS
VICTORIA SARAMAGO é professora associada no
Departamento de Línguas e Literaturas Românicas da Universidade de Chicago. É
doutora em Culturas Ibéricas e Latino-Americanas pela Universidade de Stanford
e mestre em Literatura Brasileira pela UERJ. Sua pesquisa abrange a literatura
latino-americana dos séculos XX e XXI, com foco nas humanidades ambientais,
estudos e energia e teorias da ficção. Seu livro mais recente, Fictional
Environments: Mimesis, Deforestation, and Development in Latin America
(Northwestern UP, 2021), investiga a relação dinâmica entre imagens ficcionais
e lugares reais, incluindo representações duradouras de florestas, áreas rurais
e desertos em romances que entram em contraste com percepções coletivas de
mudanças ambientais tais como o desmatamento e a urbanização. É co-organizadora
de The Handbook of Latin American Environmental Aesthetics (De Gruyter,
2023) e Literature Beyond the Human: Post-Anthropocentric Brazil
(Routledge, 2022). Também co-organizou os dossiês O Antropoceno na
perspectiva da análise histórica (Topoi: Revista de História, 2023) e Narratives
of the Apocalypse (Journal of Lusophone Studies, 2022). Recentemente,
recebeu uma bolsa de um ano da National Endowment for the Humanities
para concluir seu atual projeto de livro, que examina o papel da eletricidade
na produção cultural brasileira, e que será publicado em meados de 2027 pela
MIT Press.
PAULO SOETHE graduou-se em Letras Alemão-Português pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), é mestre e doutor em Língua e Literatura Alemã pela Universidade de São Paulo. Realizou estágio de pesquisa doutoral na Universidade de Tübingen (1998/99) como bolsista Capes/DAAD. Na mesma instituição, cumpriu pós-doutorado (2005/2006) como bolsista da Fundação Alexander von Humboldt. Desde 1992 é docente da UFPR. De 2007 a 2010, criou e dirigiu na UFPR o Centro de Cooperação Internacional Brasil-Alemanha (CCIBA). Foi presidente da Associação Latino-americana de Estudos Germanísticos (ALEG) de 2012 a 2015. É membro do Conselho de Editores do Jahrbuch für internationale Germanistik. Em 2015, foi agraciado com o prêmio internacional Jacob e Wilhelm Grimm, do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD). De 2016 a 2018 foi Vice-presidente para Alemão no Núcleo Gestor do Programa Idiomas sem Fronteiras. No semestre de inverno de 2017/2018 ocupou a Cátedra Harald Weinrich na Universidade de Bielefeld, Alemanha. Propôs e coordenou de 2018 a 2020 o subprojeto „SmartMinds: internacionalização das Humanidades na esfera pública digital” do CAPES/Print-UFPR. Desde 2022 é membro da Academia Alemã de Letras (Deutsche Akademie für Sprache und Dichtung). Em 2023 tornou-se membro internacional do Comitê Científico do Programa Dhoch3 do DAAD. Desde 2025 é presidente da Associação Internacional de Germanística, sediada pela primeira vez na América Latina desde sua fundação, em 1950. Dedica-se às áreas de Humanidades digitais; publicações em língua alemã no Brasil; Guimarães Rosa e Curt Meyer-Clason; Thomas Mann e o Brasil; perspectivas e desafios da oferta de Alemão no Brasil. Traduziu, entre outras, obras de Jürgen Habermas, Karl-Otto Apel, Aleida Assmann e Ottmar Ette, e o romance Pontos de vista de um palhaço, de Heinrich Böll. Revisou a tradução e escreveu o posfácio para a nova edição brasileira de A montanha mágica, de Thomas Mann(2016).
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Fundação Maria Luisa e Oscar Americano
Criada em 1974, dois anos após o falecimento de Maria Luisa, a instituição é uma contribuição de Oscar Americano à capital do Estado, tendo disponibilizado a residência da família, a coleção de obras de arte e o extenso parque para a cultura e o lazer dos moradores de São Paulo. Essa fundação artístico-cultural oferece ao público visitas guiadas, concertos, exposições e várias atividades culturais. O objetivo cultural e socioeducativo é o seu legado.
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