14 nov - 2025 • 20:00 > 16 nov - 2025 • 19:00
14 nov - 2025 • 20:00 > 16 nov - 2025 • 19:00
TRILOGIA DO CÁRCERE
O projeto conta em sua equipe técnica com:
Direção de Thiago Silva
Desenho e operação de luz por Henrique Strieder
Projeção audiovisual de Fanael Gonzalves
Operação de som de Luiz Manoel
Arte visual de Vergílio Lopes
EU DEI O TIRO, QUEM MATOU FOI DEUS (sexta às 20h)
Inspirado no livro Madame Satã: Autobiografia, Eu dei o tiro, quem matou foi Deus convoca a figura marginal de João Francisco dos Santos – o malandro, o artista, o presidiário – para repensar o lugar dos corpos encarcerados no Brasil. A dramaturgia — frenética, fragmentada e contemporânea — faz do palco um espaço de confronto entre passado e presente, entre ficção e história, onde Madame Satã surge como espelho e labareda: uma voz que desafia o cárcere, a norma, a morte e o esquecimento. O espetáculo integra o projeto Trilogia do Cárcere, que investiga a construção da outridade em narrativas de encarceramento.
Ficha Técnica:
Atuação: Endrius Prates
Dramaturgia, Cenografia e Trilha sonora Pesquisada: Endrius Prates e Thiago Silva
Concepção de Figurino: Endrius Prates e Mari Falcão
Trilha sonora ao vivo: Alex Rodrigues e Fabricio de Assis
O MENINO QUE DEVOROU O MAR (sábado às 20h)
O menino que devorou o mar inspira-se na autobiografia Antes que Anoiteça, do escritor Reinaldo Arenas, e atravessa as prisões e a trajetória do autor cubano em um híbrido com as memórias do próprio ator em cena, a fim de falar sobre as grades que nos impedem de atravessar fronteiras e ser quem verdadeiramente somos. Entre Recife e Havana, o mar torna-se metáfora do desejo, do exílio e da criação de um Outro que resiste às tentativas de esquecimento e morte de si mesmo. O espetáculo integra o projeto Trilogia do Cárcere, que investiga a construção da outridade em narrativas de encarceramento.
Ficha Técnica:
Atuação: Pedro Nambuco
Dramaturgia e Cenografia: Pedro Nambuco e Thiago Silva
Concepção de Figurino: Jardel Richa e Thiago Silva
Trilha sonora pesquisada: Thiago Silva
O AMOR QUE NÃO OUSA DIZER O SEU NOME (domingo às 19h)
Londres, 1895. Oscar Wilde, um
dos maiores escritores de sua época, é levado a julgamento por cometer o crime
de “indecência grosseira” com outros homens. Inspirado em De Profundis, carta que Wilde escreve na prisão de Reading ao longo
do tempo em que esteve preso, O amor que
não ousa dizer o seu nome reflete sobre os últimos anos de vida do autor,
ao mesmo tempo em que tece discussões contemporâneas a partir de sua prisão e
de sua figura histórica. Entre fatos, cartas e lembranças, o público acompanha
a derrocada de um artista em meio às leis, normas e convenções morais que o encarceraram.
O espetáculo integra o projeto Trilogia
do Cárcere, que investiga a construção da outridade em narrativas de
encarceramento.
Ficha Técnica:
Atuação: Paulo Roberto Farias
Dramaturgia e Figurino: Paulo Roberto Farias e Thiago Silva
Cenografia: Thiago Silva
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Saiba como editar participantesRua dos Andradas, 736
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