Teatro | Tríptico
O Tríptico são três peças que o diretor Oliver Olívia vem desenvolvendo ao longo da sua transição de gênero. A primeira peça Não ela: o que é bom está sempre sendo destruído começou no final de 2019, foi construída em 2020, teve suas primeiras experimentações em residência no Centro Cultural da Diversidade em 2021, e agora, por conta da pandemia, em 2022 e 2023, ganha suas primeiras versões presenciais. Essa peça surgiu quando Oliver mudou seu nome e seus pronomes, ao mesmo tempo que se casou com seu marido e dramaturgo da peça, Lucas Miyazaki. O texto é dele e a encenação é de Oliver. Os dois estão em cena. Ele, a segunda parte, foi criada em 2021, e ganhou o prêmio Coelho de Ouro do júri no 29º Festival Mix Brasil. Ela foi criada quando Oliver começou a injetar testosterona e ver seu corpo mudar. Estão ele e seu marido, Lucas Miyazaki, em cena. Culpa é o último trabalho do Tríptico, ainda em fase de experimentação. Começou em 2022, quando Oliver fez uma mastectomia masculinizadora (retirada plástica dos seios). Estão em cena ele e seus pais, Eugênio Fernandes e Rosana Lagua. No SP Transvisão, será apresentada uma abertura do processo, e a estréia da peça na íntegra acontecerá em 2023, pela circulação do Tríptico contemplada pelo 16º Prêmio Zé Renato.
Serviço
Espetáculo/performance – Tríptico
- Não ela: o que é bom, está sempre sendo destruído às 17h
- Ele às 19h
- Culpa às 21h
Local: SP Escola de Teatro – Unidade Roosevelt
Data: 28/01/2023 - Sábado