SOBRE A SANTA JAM VÓ ALBERTA
A Santa Jam Vó Alberta, formada em 2017, nasceu do encontro e da troca de inspirações musicais
e culturais. A banda combina música, história e energia em um show que mistura folk,
country-blues, soul, rock rural, brasilidades e sonoridades regionais de diferentes partes do mundo.
Nestes encontros, diferentes músicos passaram pela banda, e o som é a soma de tudo o que
construímos nestes encontros. O nome do grupo homenageia a icônica cantora de blues dos anos
1930, Alberta Hunter, reconhecida internacionalmente pela força de sua voz e por apresentações
marcadas pelo humor, irreverência e autenticidade.
No repertório, composições autorais dialogam com releituras de renomados artistas do Brasil e do
mundo. Com forte presença de palco e identidade própria, o grupo constrói apresentações
envolventes que equilibram narrativa, improviso e conexão direta com o público.
A Santa Jam Vó Alberta é Danilo Ruiz (violão, banjo e voz), Eudes Santos (trombone e voz),
Fernanda Horvath (contrabaixo acústico e voz), Gabriel Oliveira (guitarra e voz), Matheus Diniz
(trompete), Pedro Cury (bateria, mandolin e voz) e Rafael Mansor (saxofone, flauta e voz).
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SOBRE O SHOW
O show apresenta um repertório que passeia entre a música brasileira e internacional, costurando
clássicos consagrados a uma estética de estrada, liberdade e canção.
No setlist, nomes como Sá, Rodrix & Guarabyra, Gilberto Gil e Rita Lee, ao mesmo tempo em que
dialoga com o folk, o country, o soul e o rock clássico norte-americano de artistas como Neil
Young, Otis Redding e Fats Domino, além de Beatles e outros clássicos.
“Táxi Lunar”, “Mestre Jonas”, “Jardins da Babilônia” e “Raio Laser” evocam o espírito da MPB
setentista, e clássicos internacionais como “On the Road Again”, “Heart of Gold” e “Hold On, I’m
Comin’”, entre outros, reforçam o lado folk, soul, country e rock clássico.
O resultado é um show orgânico, acessível e envolvente, com arranjos que valorizam vozes,
violões e a potência dos instrumentos de sopro, criando uma experiência que funciona tanto para a
escuta atenta quanto para um público que quer cantar junto e se deixar levar pelo clima de estrada,
memória e celebração.