26 set - 2026 • 15:00 > 26 set - 2026 • 17:00
26 set - 2026 • 15:00 > 26 set - 2026 • 17:00
Partindo do entorno do Museu da Diversidade Sexual, o trajeto segue em direção ao Largo do Arouche, passando por territórios e paisagens atravessados por histórias de dissidências de gênero. Ao longo do percurso, memórias de Andréa de Mayo, Brenda Lee, Cláudia Wonder e Anderson Herzer são evocadas por meio de práticas de performance, caminhada, escuta, silêncio, leitura e intervenções poéticas.
A experiência propõe olhar para a cidade como um arquivo vivo, conectando corpos, territórios e os rios que permanecem sob o concreto.
SOBRE O MINISTRANTE - ORU KARYRY
Oru é artista visual, performer,encenador e bailarino contemporâneo. Atua na intersecção entre arte, dissidência de gênero e espiritualidade, dirigindo a Núclea de Pesquiza TranZborde. Possui graduação em Artes Visuais (FPA), em Direção (SP Escola de Teatro) e em Dança (GED/POA). Sua pesquisa atravessa memória, território e ancestralidade transcestral, com atuação destacada em projetos performativos, residências e festivais nacionais e internacionais.
DATA
Dia 26 de Setembro de 2026 (sábado), das 15h às 17h
LOCAL
O ponto de partida será no Museu da Diversidade Sexual | Estação república do metrô (Linha 3 e 4 do metrô) - Após passar as catracas siga em direção a saída pela rua do arouche, o museu está no mesmo corredor da bilheteria.
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua do Arouche, 24, Mezanino, República
São Paulo, SP

Museu da Diversidade Sexual
Sobre o Museu da Diversidade Sexual O Museu da Diversidade Sexual de São Paulo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, destinada à memória, arte, cultura, acolhimento, valorização da vida, agenciamento e desenvolvimento de pesquisas envolvendo a comunidade LGBTQIA+ - contemplando a diversidade de siglas que constroem hoje o MDS – e seu reconhecimento pela sociedade brasileira. Trata-se de um museu que nasce e vive a partir do diálogo com movimentos sociais LGBTQIA+
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