12 out - 2025 • 15:00 > 12 out - 2025 • 17:00
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ATIVIDADE
Roda de conversa: Memórias da arte do transformismo em São Paulo
SOBRE
O Acervo Bajubá promove a roda de conversa “Projeto Arquivo Transformista: acervos e memórias da arte transformista”, mediada por Angel Natan, reunindo as artistas Aloma Divina, Kelly Cunha, Gretta Starr, Marcinha do Corintho e Victoria Principal. O encontro apresenta trechos da pesquisa realizada, valorizando a história e as trajetórias do transformismo no Brasil.
As artistas convidadas representam gerações marcantes da cena transformista brasileira, com trajetórias que atravessam décadas, casas noturnas emblemáticas e experiências nacionais e internacionais. Seus relatos dialogam com memórias afetivas e políticas, refletindo a importância da arte transformista como expressão cultural e resistência.
O Acervo Bajubá é um arquivo comunitário dedicado ao registro das memórias LGBTQIA+, reunindo materiais que documentam a diversidade sexual, as identidades de gênero e as experiências socioculturais relacionada.
Angel Natan, artista, educadora e pesquisadora do Acervo, atua também no Memorial da Resistência de São Paulo, trazendo perspectiva crítica e afetiva à mediação.
DATA
Dia 12 de Outubro, das 14h às 16h.
LOCAL
Centro de Empreendedorismo e Pesquisa - Av. São Luis, 120 - República.
Atividade Gratuita!! VAGAS LIMITADAS
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesAvenida São Luís, 120 República
São Paulo, SP

Museu da Diversidade Sexual
Sobre o Museu da Diversidade Sexual O Museu da Diversidade Sexual de São Paulo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, destinada à memória, arte, cultura, acolhimento, valorização da vida, agenciamento e desenvolvimento de pesquisas envolvendo a comunidade LGBTQIA+ - contemplando a diversidade de siglas que constroem hoje o MDS – e seu reconhecimento pela sociedade brasileira. Trata-se de um museu que nasce e vive a partir do diálogo com movimentos sociais LGBTQIA+
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