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PGDay São Paulo

17 out - 2026 • 08:30 > 17 out - 2026 • 18:00

Evento presencial em Oracle Brasil, São Paulo - SP

PGDay São Paulo

17 out - 2026 • 08:30 > 17 out - 2026 • 18:00

Evento presencial em Oracle Brasil, São Paulo - SP

Descrição do evento

O PGDay é um evento presencial organizado pela comunidade PostgreSQL, com o objetivo de expandir o conhecimento sobre a tecnologia por meio de palestras, compartilhamento de experiências reais e conexão entre profissionais da área. A participação é gratuita.


As inscrições para esse evento encerram em 15 de outubro. Embora o evento não tenha custo, as vagas são limitadas à capacidade do espaço, por isso é importante garantir sua inscrição com antecedência.


Esperamos você para mais uma edição do PGDay, fortalecendo a comunidade PostgreSQL e compartilhando conhecimento de qualidade.



GRADE:


Imagem 1 da descrição do evento



DESCRIÇÃO DAS PALESTRAS:


Postgres na OCI: Operação Moderna para Ambientes Reais - Luis Silva (Oracle)

Nesta palestra, vamos mostrar como executar PostgreSQL na Oracle Cloud Infrastructure com foco em ambientes reais de produção.

Serão abordados o funcionamento do Postgres na OCI, arquitetura, alta disponibilidade, principais features, extensões, backup, monitoramento e boas práticas de operação. A ideia é mostrar, na prática, como usar a OCI para rodar PostgreSQL com mais segurança, estabilidade e confiança.

http://www.linkedin.com/in/luislannes


ACID, staleness e cache: escalando leituras no PostgreSQL com Readyset - Vinicius Grippa (ReadySet)

Quando uma aplicação cresce, as leituras costumam ser o primeiro gargalo. Réplicas de leitura dividem a carga, mas cada query repetida continua sendo executada do zero. Um cache em Redis na frente do banco resolve a latência, só que passa para a aplicação a tarefa de decidir quando cada chave deixou de valer.

Nesta palestra mostramos como o Readyset escala leituras no PostgreSQL sem mudar o código da aplicação. Ele fica entre a aplicação e o banco como um proxy compatível com o protocolo do Postgres e oferece dois tipos de cache. O shallow funciona por TTL. É simples, previsível e serve para leituras que não dependem de atualização em tempo real. O deep vem de uma pesquisa do MIT (o projeto Noria). Ele atualiza os resultados de forma incremental a partir do fluxo de replicação do banco, sem TTL e sem invalidação escrita à mão.

Também discutimos o que "consistente" quer dizer para quem lê os dados. ACID descreve garantias dentro de uma transação, e o nível de isolamento define qual versão dos dados ela enxerga. Uma transação em REPEATABLE READ lê o snapshot do momento em que começou, e uma réplica lê só o que já chegou até ela. Comparando esses casos com o deep cache, mostramos em que situações uma leitura no Readyset traz um estado mais recente do que a mesma leitura feita no banco, e em quais ele não oferece as mesmas garantias.


Chega de grep nos logs do Postgres, apresentando "pg_stat_log" - Fabrízio Mello (Timbira)

Quando algo dá errado no Postgres, a resposta está no log, e para saber quais erros mais ocorrem você precisa de ferramentas externas (grep, coletores, etc) e acesso de alguma forma aos logs.

E se essa informação já estivesse agregada dentro do próprio banco, em uma view? O pg_stat_log conta as mensagens de log por severidade, SQLSTATE, banco, usuário e tipo de backend, e expõe tudo em SQL, como qualquer outra estatística cumulativa. Sem depender de nada fora do PostgreSQL.

Nesta palestra mostro uso prático em produção e os limites da extensão.

https://github.com/fabriziomello/pg_stat_log 

https://www.linkedin.com/in/fabriziomello/ 

https://timbira.com.br 



Postgres na PlanetScale: Construindo com open source - João Foltran (PlanetScale)

Um mergulho nas escolhas de arquitetura e nos aprendizados operacionais que moldaram o DBaaS Postgres da PlanetScale. Da decisão de design à operação em escala para milhares de clientes, tudo foi construído sobre uma base de software de código aberto.

Vamos percorrer os principais desafios dessa jornada: alta disponibilidade, HA, pooling de conexões e observabilidade e os pensamentos por trás de cada decisão. Mais do que mostrar o que funcionou, vamos compartilhar o que aprendemos pelo caminho e como o ecossistema open source foi peça central na construção de um produto confiável em escala.

https://www.linkedin.com/in/joaofoltran/ 

https://planetscale.com


Construindo uma arquitetura multi-agentes de IA para operar seu PostgreSQL de forma autônoma - William Lino (AWS)

Imagine o seguinte: são 2 da manhã de uma terça-feira. Seu cluster de banco de dados, o coração pulsante da sua plataforma de e-commerce, está engasgando de repente. A CPU está em 100%, as queries estão dando timeout, e você é o plantonista que precisa resolver o problema.

E o pior: você tem exatamente 30 minutos para identificar os culpados, ajustar o banco de dados e estabilizar tudo antes que a liderança acorde exigindo respostas.

Parece familiar? Todos nós já passamos por isso — vasculhando métricas do nossos Dashboards de Observabilidade manualmente, ajustando parâmetros em pânico e cruzando os dedos para que um VACUUM ANALYZE não piore as coisas. Mas e se você não precisasse mais fazer isso? E se você tivesse um Agente de Banco de Dados autônomo, um parceiro de raciocínio, capaz de diagnosticar os gargalos, formular hipóteses de correção e até implementa-las de forma autônoma, tudo isso explicando sua lógica como um DBA sênior movido a cafeína? 

Nesta sessão veremos na prática como implementar uma arquitetura multi-agente utilizando Strands para efetuar health checks e aplicar fixes em nossos clusters PostgreSQL.

https://www.linkedin.com/in/williamlinooliveira/ 

https://aws.com



PostgreSQL - From Zero to Hero, Aprendendo do básico ao avançado - William Alves da Silva

Sabe aquele banco de dados que todo mundo diz que "é bom", mas que a gente acaba usando só pra SELECT * FROM tabela? Pois é, o PostgreSQL merece mais do que isso.

Nesta palestra, a gente vai começar do absoluto zero, sem medo do psql e sem pressa, e ir subindo o nível aos poucos, até chegar nos recursos que fazem o Postgres parecer um canivete suíço com superpoderes. No caminho, vamos desmistificar aquele monte de coisa que parece complicada (mas não é tanto assim), ver o que realmente faz diferença na hora de escrever queries melhores e descobrir por que tanta gente se apaixona por esse banco.

https://www.linkedin.com/in/william-alves-da-silva/


Só criar um índice que qualquer problema se resolve - Pedro Luis (Techfin)

Quando um banco de dados começa a apresentar lentidão, a primeira solução normalmente é: “vamos criar índices”. Porém, será que o problema realmente está na ausência de índices?

Vamos explorar os principais fatores que impactam a performance em PostgreSQL, mostrando que otimização vai muito além de simplesmente indexar tabelas. Em muitos cenários corporativos, problemas de desempenho estão diretamente ligados à queries mal escritas, uso inadequado de recursos da infraestrutura, ausência de testes de carga e falta de entendimento sobre o comportamento do banco em ambientes com alto volume de leitura e escrita.

https://www.linkedin.com/in/pedrolteixeiradata/



ORGANIZAÇÃO:

Timbira


PATROCÍNIO:

Oracle
ReadySet

Política do evento

Cancelamento de pedidos pagos

Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.

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Edição de participantes

Você poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.

Saiba como editar participantes

Local

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Rua Doutor José Áureo Bustamante, 455

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