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Palco das Escolas convida O candeeiro de boi e o grito do Ipiranga | Gratuito e LIBRAS

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Palco das Escolas convida O candeeiro de boi e o grito do Ipiranga | Gratuito e LIBRAS

03 nov - 2022 • 15:00 > 03 nov - 2022 • 16:30

Evento encerrado

Palco das Escolas convida O candeeiro de boi e o grito do Ipiranga | Gratuito e LIBRAS

03 nov - 2022 • 15:00 > 03 nov - 2022 • 16:30

Evento encerrado

Descrição do evento

Palco das Escolas convida O candeeiro de boi e o grito do Ipiranga (evento com LIBRAS)

Baseada em quadro de Pedro Américo, espetáculo avalia o processo de Independência  a partir dos excluídos

Desde 1888, a obra do pintor Pedro Américo “Independência ou Morte” tem sido utilizada como registo do momento de fundação do Brasil. No quadro, vemos, ao centro, em posição mais elevada, D. Pedro I, acompanhado à direita por sua comitiva e à frente por soldados. No entanto, à esquerda, vemos três homens do povo, entre eles, o condutor de um carro de boi que observa a cena com olhar curioso.

 É a partir desse marco visual que a Cia. Destroiados constrói a narrativa de “O Candeeiro de boi e o grito do Ipiranga”, texto original de Macedo Griot e Renata AndradeDurante 50 minutos, com trilha sonora original executada ao vivo, o texto propõe uma releitura do processo histórico, a partir do ponto de vista do personagem fictício Pedro Candeeiro (Macedo Griot). O diálogo entre artista e obra, Pedro Américo (Marlon Vares) e Pedro Candeeiro busca promover reflexão sobre o momento histórico do grito do Ipiranga a partir do ponto de vista daqueles personagens invisibilizados nos registros oficiais. A dramaturgia busca ressaltar as desigualdades que acompanham o Brasil desde o seu processo de colonização. 

Viagem pela história da arte

A história da arte é um importante elemento para a construção da narrativa, como explica o diretor, cenógrafo e figurinista, Rogério Magalhães. “Como estamos trabalhando toda a estética em cima da história da arte, porque o personagem principal é uma obra de arte, é a pintura do Pedro Américo, ele traz toda a história da arte, como se ele representasse tudo isso”, afirma.

Os elementos de cena, todos em cor vermelha, remetem à instalação “Desvio em Vermelho” de Cildo Meireles, um dos principais artistas contemporâneos da América Latina e um dos pioneiros na criação de instalações artísticas no Brasil.

Além do quadro de Pedro Américo, impresso quase em tamanho real, a carroça do candeeiro é toda composta por referências a obras de arte, principalmente aquelas que marcam momentos de ruptura histórica e artísticas compostas por Basquiat, Duchamp e Picasso, referências artísticas brasileiras como Tarsila do Amaral e Hélio Oiticica, além de elementos da arte popular de origem afro brasileira e afro indígena. “A ideia é de que a carroça não seja uma réplica do quadro, mas uma mistura de referências que nos ajudam a história”, explicou

DESTROIADOS

Destroiados é composto por artistas e educadores residentes no Rio de Janeiro e Baixada Fluminense. Em 2021, foi uma das companhias contempladas com o Edital Retomada Cultural RJ, circulando por sete cidades do estado do Rio de Janeiro com o espetáculo BUMBA MEU MITO, peça que marca o início da trajetória do grupo, iniciada em agosto de 2017, com temporada no Centro Cultural Mister Watkins.

ENTRADA GRATUITA!

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O Candeeiro de Boi e o Grito do Ipiranga –Palco das Escolas

03/11, quinta-feira

15h

Teatro Odylo Costa, filho

Duração: 50 minutos

Classificação: Livre


FICHA TÉCNICA

Direção: Rogério Magalhães

Elenco: Macedo Griot e Marlon Vares

Dramaturgia: Macedo Griot e Renata Andrade

Direção Musical: Rodrigo Araújo

Cenário e Figurino: Rogério Magalhães

Voz em OFF: Daniel Luz e Paula Almeida

Direção de Produção: Renata Andrade

Produção Executiva: Cecília Terrana

Assessoria de Imprensa: Cássia Ferreira

Designer Gráfico: Leo Duarte

Captação de Imagem e Som: Encontrarte Audiovisual

Assistentes de captação de imagem e som: Paula Almeida e Renata Andrade

Edição de vídeos: Renata Andrade

Coordenação de Projeto: Paula Almeida

Músicas originais: Macedo Griot e Rodrigo Araújo 

 Veja o teaser do espetáculo!

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Rua São Francisco Xavier, 524 Maracanã

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A Divisão de Teatro da UERJ administra os espaços culturais: Teatro Odylo Costa, filho | Teatro Noel Rosa | Concha Acústica Marielle Franco. A Diteatro tem um importante papel cultural no mercado artístico fluminense e brasileiro. O setor desenvolve projetos artísticos-culturais em parceria com artistas, companhias teatrais, instituições de ensino da comunidade interna e externa, através de Projetos de Extensão e bolsas pró-Cultura. Para saber mais: https://www.instagram.com/teatrosuerj

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