07 mai - 2026 • 12:30 > 07 mai - 2026 • 13:30
07 mai - 2026 • 12:30 > 07 mai - 2026 • 13:30
Museu da Justiça convida
ORQUESTRA CARIOCA DE FLAUTAS
Tributo aos povos negros e originários
07 de maio | 12h30
Museu da Justiça do Rio de Janeiro
Ed. Des. Caetano Pinto de Miranda Montenegro
Rua Dom Manuel, 29, térreo, Centro, Rio de Janeiro
Entrada franca | 48 lugares
A Orquestra Carioca de Flautas apresenta concerto de repertório de música brasileira e carioca. A Orquestra Carioca de Flautas, idealizada pelo flautista, professor e pesquisador Sérgio Barrenechea, teve a sua estreia no 1o Encontro Carioca de Flautas, em 2016. Desde então, tem se apresentado com regularidade em várias salas de concerto da cidade como a Sala Cecília Meireles, o Salão Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Centro de Referência da Música Carioca, o Teatro do CCJF- RJ, o Museu da República, o Teatro Dulcina, o Auditório Vera Janacopulos, a Sala Villa-Lobos da UNIRIO, a Biblioteca Parque, além de ter produzido vários vídeos para os canais Flauta Carioca, MusicaUNIRIO e NIS-UNIRIO, no YouTube. É um grupo que prima por apresentar repertório novo na forma de composições e novos arranjos e adaptações, privilegiando a música carioca, para a formação de grupos de flautas, que incluem flautas mais graves, como as flautas em sol, flauta baixo e flauta contrabaixo.
A Orquestra Carioca de Flautas (OCF) destaca-se no cenário musical ao utilizar toda a extensão da família do instrumento — do flautim às flautas graves (flauta em sol, flauta baixo e flauta contrabaixo) — formação esta que, no Brasil, possui apenas outros dois representantes estáveis. Este concerto apresenta repertório inovador, no qual o foco é a abundante e eclética produção brasileira, destacando nomes como Caymmi, Hermeto Pascoal, Lô Borges, Chiquinha Gonzaga, Villa-Lobos e Tim Maia. Explora-se as diversas facetas da flauta na cultura brasileira — do virtuosismo do choro ao suingue do samba e do soul — em uma roupagem moderna. Um pilar central é o enaltecimento da negritude e dos povos originários, presente tanto na escolha das obras quanto na manipulação de elementos musicais que remetem à esses povos. O objetivo é promover representatividade ancestral, fazendo com que o público das localidades visitadas se reconheça na música apresentada.
O grande diferencial da OCF reside na sua natureza de "laboratório criativo". O grupo não se limita a interpretar o repertório clássico; sua missão principal é a difusão de obras inéditas e das possibilidades estéticas do instrumento em conjunto. Através de novos arranjos e composições de nomes como Léa Freire, David Ganc e artistas internacionais da Turquia e Bielorrússia, a orquestra expande os limites técnicos e expressivos do instrumento. Um pilar fundamental dessa produção é David Ganc, arranjador residente e pesquisador de pós-doutorado pela FAPERJ, que entre 2024 e 2025 produziu 18 novos arranjos, enriquecendo o patrimônio musical para essa formação.
A maturidade do conjunto, atualmente regido por Eduardo Lagreca Fan, é evidenciada por sua presença constante nas mais prestigiadas salas de concerto, como a Sala Cecília Meireles e o Salão Assyrio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Para o ano de 2026, o grupo alcança um novo patamar de reconhecimento nacional ao ser convidado para a série Concertos Matinais na Sala São Paulo, com apresentação marcada para o dia 12 de setembro.
O espetáculo Tributo aos povos negros e originários preenche uma lacuna significativa no cenário musical ao utilizar toda a extensão da família do instrumento — do flautim às flautas graves — formação ainda rara no Brasil. Os concertos apresentam repertório inovador, no qual o foco é a abundante e eclética produção brasileira, destacando nomes como Caymmi, Hermeto Pascoal, Lô Borges, Chiquinha Gonzaga, Villa-Lobos e Tim Maia. Explora-se as diversas facetas da flauta na cultura brasileira — do virtuosismo do choro ao suingue do samba e do soul — em uma roupagem moderna. Um pilar central é o enaltecimento da negritude e dos povos originários, presente tanto na escolha das obras quanto na manipulação de elementos musicais que remetem à esses povos. O objetivo é promover representatividade ancestral, fazendo com que o público das localidades visitadas se reconheça na música apresentada.
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua Dom Manuel, 29 Centro
Rio de Janeiro, RJ

Sérgio Barrenechea
Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

Acessa a nossa Central de Ajuda Sympla ou Fale com o produtor.