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ESTRÉIA: REPERTÓRIO #04 COM ENCENAÇÃO INÉDITA
A Orquestra Brasileira de Cantores Cegos traz para o público capixaba um novo repertório com encenação inédita.
Na 4a feira dia 9 de setembro às 20h o público poderá sentir as emoções do Repertório #04 no Theatro Carlos Gomes, no Centro de Vitória (ES) junto à Praça Costa Pereira.
Você já pode reservar o seu ingresso aqui pelo Sympla. Os ingressos são gratuitos. Se tiver dificuldades pode solicitar auxílio pelo WhatsApp 27 9 9609 8181.
Atenção PcDs!
Se você é pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida pode contactar a produção do evento pelo WhatsApp 27 9 9609 8181 para acolhimento, orientação e monitoramento da sua chegada. O evento dispõe de Libras, Audiodescrição e acessibilidade para pessoas em cadeira de rodas.
Repertório #04:
Canoeiro lá no mar, canção de Crato (Ceará); Asas da Borboleta, cantiga da Bata do milho de Serra Preta (Bahia); Boiadeiro; Pisar na Lama, canto de trabalho das catadoras de Mangaba (Sergipe); Que foi à fonte, canto de trabalho na mineração de origem banto registrado em São João da Chapada, Diamantina (MG); Usina, canção registrada por Mário de Andrade no Rio Grande do Norte, e Eu só canto devagar, cantiga de roda das cantadeiras do Sisal Valente (BA); Acorda Isaura, coco de roda cantado nas construções das casas de taipa em Vila Fernandes, Arapiraca (AL); Eu plantei café de meia, jongo tradicional de São Luís do Paraitinga (SP); Iá Iá é Hoje, canto de trabalho na cana de açúcar e das festa de fumo de Arapiraca (AL); As Lavadeiras, do livro “As melodias do Boi e outras peças”, de Mário de Andrade; Riacho da Onça, memória musical das destaladeiras de fumo de Arapiraca (AL); Canto da Formiga PÉNKRIG FI TYNH KÃME, canto kaingang baseado na versão de Jagtyg (Zílio Salvador); Adeus Meu Pessoal, congo tradicional do Espírito santo, transmitido pelo grupo Panela de Barro de Goiabeiras - Vitória; “Gabiroba”, cantiga de roda popular registrada no álbum "Cantorias Populares em Goiabeira Velha" - Vitória (ES); “Lavadeira”, cantiga de lavadeira de Jequitiba, e “Cessar Areia”, canto das lavadeiras de Almenara, Vale do Jequitinhonha (MG); Kapulukumanri, canto do povo Mehinako, transmitido por Maykuti Mehinako.
Mais Sobre:
Repertório | Orquestra Brasileira de Cantores Cegos
Com a regência percussiva executada pelo maestro brincante Thomas Davison, acompanhado do piano de Ewelyn Drummond e dos atores da Cia Poéticas da Cena Contemporânea em encenação marcante de Rejane Arruda. Arranjos de Tarita de Souza e pesquisa de repertório de Renata Mattar.
A realização do evento é da Associação Sociedade Cultura e Arte SOCA (SOCA Brasil) com produção da Cia Poéticas da Cena Contemporânea, coprodução Espaço Contêiner e o patrocínio do Itaú e MIP-Multilift, com recursos da Lei Rouanet e o apoio do Ministério da Cultura do Governo Federal.
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Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua Barão de Itapemirim, 232 Centro
Vitória, ES
SOCA Brasil & Cia Poéticas da Cena Contemporânea
A Sociedade Cultura e Arte SOCA é uma associação de artistas de Vila Velha que desde 2018 trabalha com projetos de impacto social por meio da Cultura, primando pela inclusão, democratização do acesso, geração de emprego e renda, formação de qualidade, registro e memória de patrimônio imaterial, experimentação e difusão de linguagens setoriais, defesa e valorização da diversidade. Dentre outros realizou os projetos: “Cena Diversa (Surdos, Cegos e Cadeirantes na Cena Diversa do Teatro Capixaba)”
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