14 mai - 2026 • 20:00 > 14 mai - 2026 • 20:45
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MOSTRA DE REPERTÓRIO - APRESENTAÇÃO ÚNICA DO REPERTÓRIO #01
A Orquestra Brasileira de Cantores Cegos traz para o público capixaba uma mostra do seu repertório completo!
Na 5a feira dia 14 às 20h o público poderá rever ou assistir pela primeira vez o Repertório #01 - o repertório inaugural da Orquestra, cheio de lirismo e emoção! No Theatro Carlos Gomes, no Centro de Vitória (ES).
Você pode reservar o seu ingresso pelo Sympla a partir do dia 08 de maio às 12h00. Os ingressos são gratuitos. Se tiver dificuldades pode solicitar auxílio pelo WhatsApp 27 9 9609 8181.
Atenção PcDs!
Se você é pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida pode contactar a produção do evento pelo WhatsApp 27 9 9609 8181 para acolhimento, orientação e monitoramento da sua chegada. O evento dispõe de Libras, Audiodescrição e acessibilidade para pessoas em cadeira de rodas.
Repertório #01:
“Araúna”, cantiga com temática de plantio registrada na fazenda de Angicos (RN) e “Ararinha”, da comunidade das plantadeiras de arroz de Propriá (SE); “Deixei de Plantar Café”, de Vila Fernandes, Arapiraca (AL); “Eu vim Aqui”, utilizada em colheitas e bata do milho da comunidade de Cabaceiras, Serra Preta (BA); “Pescador e Canoeiro”, canto de beira recolhido em Araçoaí, no Vale do Jequitinhonha (MG); “Peguei um Peixe”, das destaladeiras de fumo de Vila Fernandes, Arapiraca (Agreste Alagoano); “Ô Liá”, coco de tebei de agricultores e tecelões da comunidade Olho D’água, Tacaratu (PE); “Oilarai”, cantiga de capinar terreno de tradição açoriana recolhida em Antônio da Patrulha (RS); e “Saudade”, registrada em Campinas (SP), tematizando o terreiro. Na abertura da cortina, “Quando a Lua Sair” cantiga da bata do feijão de Serra Preta (BA), transmitida por descendente do povo Payayá, acompanha “Ô Lua Nova” da tradição do Bumba meu Boi (MA); “Congo da Sereia”, transmitido pela banda de congo Panela de Barro de Goiabeiras, Vitória (ES), fecha o espetáculo. E, ainda, “Jonguinho”, com influência rítmica e melódica dos jongos trazidos com os africanos Bantu vindos do Congo e Angola, presentes também nas lavouras de café e cana de açúcar do Vale do Paraíba; e “Clareia”, “Meu Barco é Veleiro”, que aparece também em registros de carregadores de piano de Pernambuco; “Mauaká”, cantiga de ninar do povo indígena Mehinako, Alto Xingú (MT) cantada na lingua Waurá (dos Aruak); “Ore Ma”, canto sagrado do povo indígena MARAK’ANA, do Rio de Janeiro (RJ), cantado em Tupi; uma “Cantiga de Esmola”, canto pedinte de tradição ibérica registrada na Paraíba; “Candarim de Sinhá”, do território Kalunga, Cavalcante (MG).
Você vai se emocionar!
Com a regência percussiva de dezesseis cantores cegos executada pelo maestro brincante Thomas Davison, acompanhado do piano de Ewelyn Drummond e dos atores da Cia Poéticas da Cena Contemporânea em encenação marcante de Rejane Arruda.
Mais Sobre:
https://www.orquestrabrdecantorescegos.com/repertorio-02
A realização do evento é da Associação Sociedade Cultura e Arte SOCA (SOCA Brasil) com produção da Cia Poéticas da Cena Contemporânea, coprodução Espaço Contêiner e o patrocínio do Itaú e MIP-Multilift, com recursos da Lei Rouanet e o apoio do Ministério da Cultura do Governo Federal.
Nossas Redes!
https://www.instagram.com/orquestra.br.decantorescegos/
https://www.youtube.com/@OrquestraBrdeCantoresCegos
https://www.orquestrabrdecantorescegos.com/
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua Barão de Itapemirim, 232 Centro
Vitória, ES
SOCA Brasil & Cia Poéticas da Cena Contemporânea
A Sociedade Cultura e Arte SOCA é uma associação de artistas de Vila Velha que desde 2018 trabalha com projetos de impacto social por meio da Cultura, primando pela inclusão, democratização do acesso, geração de emprego e renda, formação de qualidade, registro e memória de patrimônio imaterial, experimentação e difusão de linguagens setoriais, defesa e valorização da diversidade. Dentre outros realizou os projetos: “Cena Diversa (Surdos, Cegos e Cadeirantes na Cena Diversa do Teatro Capixaba)”
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