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[Oficina] Filhas do Apocalipse: ficções de vida através da tecnologia, com Serpyente Coletiva

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[Oficina] Filhas do Apocalipse: ficções de vida através da tecnologia, com Serpyente Coletiva

16 mai - 2024 • 19:00 > 27 jun - 2024 • 19:00

Evento encerrado

[Oficina] Filhas do Apocalipse: ficções de vida através da tecnologia, com Serpyente Coletiva

16 mai - 2024 • 19:00 > 27 jun - 2024 • 19:00

Evento encerrado

Descrição do evento

[Oficina presencial] Filhas do Apocalipse: ficções de vida através da tecnologia, 

com Serpyente Coletiva

16 e 23 de maio, 6, 13, 20 e 27 de junho

quintas, das 19h às 21h

6 encontros

R$ 180,00

12 vagas

IMS Paulista

Ateliê 1



SINOPSE

Nesta oficina, os participantes trabalham com elementos da performatividade e da fotografia, estudando no corpo questões que atravessam as suas próprias subjetividades. Inspirades no livro A antropologia do ciborgue, de Donna Haraway, buscamos criar uma relação entre humanidade e tecnologia através da pluralidade de nossas vivências enquanto seres humanos. Esse trabalho é inspirado no processo do fotolivro Filhas do Apocalipse, um dos vencedores do prêmio da Convocatória de Fotolivros ZUM/IMS 2023. O resultado do processo de criação será impresso em formato lambe-lambe.

Pré-requisitos: A oficina é voltada para performers, artistas visuais, fotógrafos, dançarinos ou qualquer pessoa interessada nessas áreas.

Evento com interpretação em Libras de acordo com a necessidade dos participantes.



PROGRAMA

1 - Apresentação dos integrantes e trabalhos que a Serpyente Coletiva já realizou. Apresentação dos participantes/performers/fotógrafos que integram o curso. Apresentação da proposta da oficina e suas etapas. Compartilhamento da pesquisa Filhas do Apocalipse e primeiras provocações acerca do tema para os participantes.

2 - Prática de corpo: alongamento e exercícios de percepção e composição do corpo no espaço. Bate-papo: trocas sobre a materialidade que cada integrante da oficina trouxe.

3 - Prática de corpo 1: alongamento e exercícios de investigação das materialidades dialogando com o corpo dos integrantes. Prática de corpo 2: exercícios de percepção e composição do corpo com as materialidades no espaço externo do IMS. Bate-papo: trocas sobre os atravessamentos dos exercícios do dia.

4 - Preparação dos integrantes para ensaios fotográficos e organização em duplas. Ensaios itinerantes dentro do espaço do IMS. Seleção de fotografias realizadas no dia.

5 - Organização dos equipamentos, espaço e materialidades. Preparação dos integrantes para ensaios fotográficos e organização em duplas. Ensaios itinerantes dentro do espaço do IMS. Seleção de fotografias realizadas no dia.

6 - Reflexões e apontamentos sobre o fazer fotográfico e o destino das imagens.



GRUPO

Serpyente Coletiva é um grupo de pesquisa em artes visuais, composto por integrantes nascidos nas periferias das cidades de São Paulo e do ABC Paulista. Formado oficialmente em 2020, investiga, a partir da performatividade, questões que atravessam as vivências de corpos ditos dissidentes, como marginalidade, ancestralidade e desobediência de gênero. No mesmo ano lançaram seu primeiro trabalho em vídeo-performance, intitulado Guerreira, que discute questões sobre retomada e decolonialidade, e circulou em festivais como Pretaforma (Teresina/PI), Mostra de Arte de Diadema (onde foi premiado como Melhor Figurino) e a IV Calle Bienal del Performance. Em 2021, participaram do festival de videoarte Pink Umbrellas, com o trabalho Bad Brega, obra provocada pela quarentena, e lançaram Ave-Fantasma, obra em formato lambe-lambe digital sobre ancestralidade, que participou do Efêmero Festival em Fortaleza. Em 2022, lançaram o trabalho visual e sonoro Ouro Líquido, EP composto e idealizado por Rádio Cão, com produção e concepção de arte feita pela coletiva, e abriram sua primeira exposição individual, Morro dos Espíritos, no MIS-SP, no contexto do Nova Fotografia, atrelando a imagem de espíritos originários ao cotidiano de moradores das favelas. Já em 2023 realizaram o projeto Filhas do Apocalipse, contemplado pelo programa VAI 2022, no qual criam fotoperformances a partir das experiências dos corpos de pessoas trans com a tecnologia e as imprimem em lambe-lambes, ocupando a cidade euma intervenção urbana; o projeto também virou fotolivro, e foi um dos três premiados na Convocatória de Fotolivros ZUM/IMS 2023. Participaram, também, do X Festival SuperOFF com Faraó Marginal, levando o prêmio de melhor filme pelo júri. Atualmente, trabalham na pesquisa em música experimental e performance intitulada A Bruxa.


IMAGEM DE DIVULGAÇÃO

FILHAS DO APOCALIPSE, 2023. Autoria: SERPYENTE coletiva.


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Local

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Termos e políticas

Sobre o produtor

organizer

Instituto Moreira Salles

O Instituto Moreira Salles está presente em Poços de Caldas, Rio de Janeiro e São Paulo. Seu importante acervo está distribuído em quatro áreas: Fotografia, Música, Iconografia e Literatura. O IMS organiza e recebe em seus centros culturais exposições, promove mostras de cinema e espetáculos musicais, publica catálogos de exposições, livros de fotografia, literatura e música e duas revistas, ZUM e serrote. O acesso aos centros culturais e a várias de suas atividades é gratuito.

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