O TEATRO DE SOMBRAS DE OFÉLIA, de Michael Ende.
PRÁTICA DE MONTAGEM | Como erguer um monumento ao efêmero?
É uma carta de amor ao Teatro, ao espaço sagrado construído em conjunto, que inevitavelmente forja relações humanas, afetivas e sociais. É um convite à reflexão sobre o papel do ator, o envelhecer, a solidão e o desamparo. É também um chamado à análise de como cuidamos e preservamos nossos espaços culturais em sociedade, e o impacto de sua presença (ou ausência) ao longo do tempo.
O Teatro de Sombras de Ofélia nos apresenta uma rede de distintos personagens/figuras e quadros cênicos que dialogam com o nosso contexto social vigente. O Teatro falando sobre si, uma metalinguagem sobre arte/vida/criação. Por último, ainda que não se faça explícito na obra original e na dramaturgia de Necésio Pereira, pretende-se homenagear e agradecer aos artistas locais que vieram antes de nós e aos muitos que aqui ainda seguem, fazendo desse ofício milenar uma força pulsante e viva.
CLASSIFICAÇÃO LIVRE
Ficha Técnica:
Direção-geral: Antonio Apolinário
Preparação corporal e direção de movimento: Gil Mendes
Preparação vocal e direção musical: Priscila Reis
Coordenação de teatro: Edson Roberto Nascimento
Elenco: Alex Bonini, Amanda Freitas, Anna Motta, Daiane Eilert, Felipe Boleli, George Amorim, Insane Machado, Juliana Vitória, Kevin Dias, Lucas Albuquerque, Lucas Danasa, Magda Klug, Natalia Cortelette e Vanessa Nogueira.
Ilustração: Thila Paixão
Realização: Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música FAFI, Prefeitura Municipal de Vitória.