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MÃE BAIANA - DOMINGO ÀS 18H

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MÃE BAIANA - DOMINGO ÀS 18H

De 21 de junho de 2026, às 18h00; até 21 de junho de 2026, às 18h50.

Evento encerrado

MÃE BAIANA - DOMINGO ÀS 18H

De 21 de junho de 2026, às 18h00; até 21 de junho de 2026, às 18h50.

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Descrição do evento

Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Política Nacional Aldir Blanc, apresentam 

“MÃE BAIANA” RETORNA PARA ÚNICAS APRESENTAÇÕES NO RIO 

Com texto criado a partir das escutas da filósofa Helena Theodoro, peça fala sobre relações e perdas, por meio de memórias preservadas pela oralidade.

Quando as pessoas são lembradas, elas não morrem”, disse a filósofa, escritora e professora Helena Theodoro nas conversas com as autoras Thais Pontes e Renata Andrade, que escreveram a dramaturgia de “Mãe baiana”, com direção de Luiz Antonio Pilar. Após passar por festivais internacionais e levar pela primeira vez a atriz Dja Marthins, de 83 anos, aos palcos de Portugal e Cabo Verde, o espetáculo retorna ao Rio de Janeiro, no Teatro Glauce Rocha para apenas 2 apresentações a preços populares. O projeto foi contemplado no edital Fluxos Fluminenses 2024 e tem o patrocínio do Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Política Nacional Aldir Blanc.

No palco, Dja Marthins e Luiza Loroza interpretam avó e neta que, ao viver um momento de luto em família, veem a relação entre as duas renascer. A peça, que joga luz sobre o papel poderoso e fundamental da mulher negra na sociedade. Para o diretor Luiz Antonio Pilar, a concepção de “Mãe baiana” nasce da proposta do texto. Nele, estão os conflitos de gerações e de conceitos entre uma jovem mulher de seus 20 e poucos anos e sua avó, octogenária.

O espetáculo faz parte da “Trilogia Matriarcas”, ao lado de “Mãe de santo” e “Mãe preta”, idealizado pela atriz Vilma Melo e o produtor cultural Bruno Mariozz. A peça parte da perda de um filho, fato que Helena Theodoro viveu quando seu menino de quatro anos morreu afogado. Apesar da premissa triste, as autoras preocuparam-se em não pesar o espetáculo, até porque a personagem da avó – assim como a autora – sofre, mas entende a morte. No início, a neta não compreende, mas passa a entender ao longo da história.

Todo o pensamento da filósofa e primeira doutora preta do Brasil Helena Theodoro passa por suas experiências pessoais e afirma o princípio feminino preto com todas as suas possibilidades de existir, conservar, transformar e melhorar o mundo.

“Esse espetáculo é sobre relações – sobre relação de avó e neta, relação com a morte, com a cozinha, com a religião. A gente vai se transformando nos nossos, a gente vai se vendo... Escrever com a Renata Andrade foi um doce exercício de memórias, em que fomos lembrando histórias das nossas famílias”, conta Thais Pontes, que recorda as conversas com a avó durante as madrugadas na cozinha de casa.

“Um conflito que não significa necessariamente violência ou brigas, mas as diferenças de ideias de tempos que já passaram. São dois mundos diferentes que hoje estão no mesmo espaço”, analisa o diretor, que fala também sobre a perspectiva racial da montagem. “Me ressinto com a dramaturgia nacional que quando vai falar do negro, principalmente o urbano, é sempre no conflito da violência. A questão nunca é contraditória ou está na diferença de perspectiva. É sempre no jovem negro matando ou morrendo, da família desconstruída, da falta de afeto. Em ‘Mãe baiana’ o conflito está inserido numa sociedade cotidiana e na família geracional, constituída por mulheres, convivendo no mesmo espaço”, finaliza Pilar.

O cenário criado por Renata Mota e Igor Liberato é composto por ambientes de uma casa, divididos entre sala, cozinha e quintal onde avó e neta conversam, cozinham e recordam as histórias da família. No quintal, são usados dez quilos de terra e de sementes de girassol.

Todas as sessões terão acessibilidade, com os recursos de libras e audiodescrição.

Ficha técnica: Argumento: Helena Theodoro | Texto: Thaís Pontes e Renata Andrade | Direção: Luiz Antonio Pilar | Elenco: Dja Marthins e Luiza Loroza   | Direção Musical: Wladimir Pinheiro | Direção de Produção: Bruno Mariozz | Diretora  Assistente: Lorena Lima | Iluminação: Anderson Ratto | Figurino: Clívia Cohen | Cenário: Renata Mota e Igor Liberato | Elementos Cenográficos: Clívia Cohen | Programação Visual: Patricia Clarkson | Design Gráfico, Comunicação e Operação de Som: Rafael Prevot | Assessoria de Imprensa: Natasha Arsenio e Angélica Zago | Produção Executiva: Natasha Arsenio | Assistente de Produção: Marilene Ribeiro | Cenotécnico: André Salles | Coordenação Financeira: Ingryd Cardozo | Contabilidade: Davi Andrade | Idealização: Bruno Mariozz e Vilma Melo | Produção: Palavra Z Produções Culturais e VM Produções Artísticas

 

 

SERVIÇO

 

Espetáculo: “Mãe baiana”

Apresentações: 20 e 21 de junho

Dias e horários: sábado às 19h | domingo às 18h

Local: Teatro Glauce Rocha

Endereço: Av. Rio Branco, 17 - Centro – RJ
Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Vendas online: Sympla

Funcionamento da bilheteria: quarta a domingo, 14h às 19h

Telefone: (21) 2220-0259

Capacidade: 204 lugares

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 60 min

 

Nas redes sociais

@maebaiana.teatro

 

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Local

Teatro Glauce Rocha - Funarte

Avenida Rio Branco, 179 Centro

Rio de Janeiro, RJ

Termos e políticas

Sobre o produtor

organizer

PALAVRA Z PRODUÇÕES CULTURAIS

A empresa, fundada em 2012, que atua principalmente nas artes cênicas, tendo projetos também na música e no carnaval do Rio de Janeiro. Com mais de 25 espetáculos no currículo, seus últimos projetos foram: MARATONA DE NOA YORK (2019), com Ricardo Martins e Roger Gobeth e direção de Walter Lima Jr.; QUANDO A GENTE AMA (2019), musical com sambas de Arlindo Cruz; VAMOS COMPRAR UM POETA direção Duda Maia (2019) ; e Gabriel só quer ser ele mesmo, musical infantojuvenil escrito por Renata Mizrahi.

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