13 ago - 2026 • 19:00 > 13 ago - 2026 • 20:00
13 ago - 2026 • 19:00 > 13 ago - 2026 • 20:00
O show marca o lançamento de Choros,
afetos (2026), terceiro álbum solo de Luis Barcelos, um dos mais destacados
bandolinistas de sua geração. O músico gaúcho, radicado no Rio de Janeiro,
apresenta o vigor do choro contemporâneo em interpretações virtuosísticas e
improvisações inventivas que emolduram suas obras inéditas, composições dos
álbuns Depois das Cinzas (2015) e Sentido (2018), além de
clássicos da música brasileira.
Unindo a tradição do bandolim
brasileiro ao atual bandolim de dez cordas, o instrumentista — atualmente
bandolinista do Conjunto Época de Ouro, criado por Jacob do Bandolim — alia
fundamento e renovação, o lamento seresteiro e “chorado” do instrumento à liberdade
criativa da improvisação. Como afirma o mestre do choro Maurício Carrilho: “...
poucos músicos na história do choro improvisaram com tanta fluência, beleza,
naturalidade e brasilidade quanto o nosso Luisinho. É lindo ver como brota
fácil, fonte inesgotável de assuntos e argumentos, de seu bandolim, tanta
melodia bonita, assim, na hora.”
Em seu novo projeto, Luis Barcelos
volta o olhar para o Rio Grande do Sul e transforma em música as memórias e os
afetos que moldaram sua trajetória. Dedica ao professor Luiz Machado o choro Fraterno;
ao mestre do cavaquinho Avendano Júnior e ao flautista Lucian Krolow, ambos de
Pelotas, as composições Um choro para o Avendano e a polca-maxixe Pro
Lucian; homenageia sua mãe com a valsa Marion; declara sua paixão
pelo Internacional de Porto Alegre em Colorado; e oferece à pandeirista
Thayan Martins, também da capital gaúcha, o choro sambado Thayan no Marinho.
O retorno ao Rio de Janeiro se dá por meio do choro Água de Côco, também
presente no novo álbum, e de releituras de clássicos do choro carioca,
reafirmando a profunda ligação de Luis Barcelos com a cidade onde consolidou
sua trajetória artística.
Acompanhado por Fernando Leitzke
(piano), Rafael Mallmith (violão de sete cordas), Iuri Bittar (violão), Leo
Pereira (cavaquinho) e Marcus Thadeu (percussão), Luis Barcelos apresenta o
choro contemporâneo como protagonista de um espetáculo vibrante e original,
conduzido pelo primor técnico e por uma improvisação espontânea e afetuosa,
como uma conversa entre velhos amigos.
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Saiba como editar participantesRua da Carioca, 38 Centro
Rio de Janeiro, RJ

Casa do Choro
“O choro é a alma musical do povo brasileiro”, já dizia Villa Lobos. O choro é carioca! E o Rio de Janeiro, finalmente, ganhou um espaço a altura da importância do gênero, a Casa do Choro, que reúne, na Rua da Carioca número 38, oito salas de aula, estúdio, centro de pesquisa e auditório para shows e palestras.
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