20 mar - 2020 • 19:00 > 20 mar - 2020 • 21:00
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Tignanello e o ressurgimento da região do Chianti
Degustação Premium - Ícone - safra 2006, nesta sexta, na Vinho e Arte (Alberto Bins, 514 - Centro Histórico - Porto Alegre)
Vamos mergulhar na história do Norte da Itália, com ênfase na Toscana e o surgimento deste ícone.
"Desapego" de vinhos de coleção e uma aula de história e terroir de famílias uvas italianas.
Além de Rosso de Montalcino, Chianti e Sangiovese, vamos abrir uma rara garrafa de Tignanello, da safra de 2006.
Devido a raridade dos vinhos, as vagas são limitadas.
Acompanham tábuas de frios ao estilo italiano!
Data: 20 de março - 19h na Vinho e Arte
Valor: R$ 250,00
Informações: 051993316098
Leia mais, olha que legal este texto da revista Adega:
Então, a família Antinori – cuja história está ligada ao vinho desde 1385 quando Giovanni di Piero Antinori se juntou à associação dos enólogos de Florença – resolveu agir por conta própria. O inovador Piero Antinori (um dos vários Pieros descendentes de Giovanni) decidiu fazer vinhos que desobedeciam às regulamentações da recém criada DOC Chianti, que não aceitava acréscimo de uvas que não fossem autóctones da região, como a Sangiovese (sempre predominante), Canaiolo, Trebbiano e Malvasia. Vinhos que contivessem algo fora disso não ganhavam o selo DOC, sendo rebaixados para a categoria “vino di tavola”.
Piero Antinori fugiu às tradições de Chianti e utilizou pequenas barricas de carvalho francês pela primeira vez para envelhecer os vinhos
“Era um momento de crise. Se não fosse por isso, Tignanello não teria nascido”
Ele não se importou. Assim como o marquês Mario Incisa della Rocchetta havia feito alguns anos antes criando o Sassicaia, Piero resolveu usar castas francesas e elaborar, em 1971, um blend com Sangiovese, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc, denominando-o de Tignanello – o nome do vinhedo de onde essas uvas provêm. “Era um momento de crise. Se não fosse por isso, Tignanello não teria nascido. Ele era uma resposta a esse momento negativo. Buscávamos algo diferente em termos de qualidade, pois, nessa ocasião, a DOC não significava nenhum valor adicional ao vinho”, lembrou o produtor.
Alberto Bins, 514, Plaza São Rafael, Centro Histórico
Porto Alegre, RS

Maria Amélia Duarte Flores
Maria Amélia é enóloga, pós graduada em Turismo e proprietária da Vinho e Arte, empresa focada em vinhos, viagens e experiências enogastronômicas, além de loja. É autora do Diagnóstico do Enoturismo Brasileiro, além da pesquisa do Centenário da Vinícola Peterlongo. Com ampla experiência internacional, através de viagens e visitas pelas principais regiões de vinho no mundo, Maria Amélia é palestrante, desde degustações e cursos in company, seja para iniciantes, workshops motivacionais ou para especialistas. Cuida também do Núcleo do Vinho da Fundação Ecarta e é responsável pela marca Villa Matarazzo, os vinhos do cineasta Jayme Monjardim.
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