De 09 de abril de 2026, às 19h00; até 09 de abril de 2026, às 20h00.
De 09 de abril de 2026, às 19h00; até 09 de abril de 2026, às 20h00.
Um passeio ilustrado pela obra de um dos maiores letristas de nossa música. Em poucas palavras, esta é a primeira (de muitas) definição para Paulo César Pinheiro: o poeta de todos nós, de Júlio Diniz, que será lançado no dia 9 de abril na Casa do Choro, com a presença do biografado.
Contando com a colaboração de Conceição Campos, (autora da biografia A Letra Brasileira de Paulo Cesar Pinheiro) e Rodrigo Alzuguir (pesquisador que montou a linha do tempo, além da farta coleção de imagens com Ana Rabello), essa fotobiografia não pretende esgotar, mas abrir novas perspectivas sobre a vida e a obra do poeta.
“É um passeio com imagens, palavras e sons pelos bosques da ficção e da realidade de um personagem marcante para a compreensão das paixões, alegrias, tristezas, dilemas e conflitos do ser brasileiro”, define o autor. Diniz entrevistou pessoalmente alguns dos artistas que foram parceiros de Paulo Cesar Pinheiro, entre eles Dori Caymmi, Francis Hime, Ivan Lins, Lenine e Luciana Rabello.
O inventário da obra completa é tarefa para muitos braços. São mais de duas mil composições, mais de mil e quinhentas gravadas por centenas de intérpretes de várias gerações. Aliás, este é uma marca na imensa obra de Paulo Cesar Pinheiro: tanto parceiros como intérpretes pertencem a gerações diferentes, o que mostra o vigor de sua obra.
O lançamento conta com uma roda
de samba do grupo Jequitibá, formado por Anderson Balbueno, percussão e voz,
Iuri Bittar, violão 6 cordas e voz, Jeferson Scott, percussão e voz, Julião
Pinheiro, violão 7 cordas e voz e Ronaldo Gonçalves, cavaquinho e voz. No
repertório, músicas de Paulo César Pinheiro.
Com o nome inspirado no samba
homônimo dos compositores mangueirenses José Ramos e Marcelino Ramos, o Grupo
Jequitibá diferencia-se dos demais grupos atuais do gênero por, mesmo sendo
composto por músicos na faixa dos 30 anos, desde o início ter como característica
marcante um repertório com apenas os chamados "sambas de raiz"
antigos e alguns mais recentes, e também autorais dos integrantes. O destaque é
a sonoridade das apresentações, fruto do trabalho cuidadoso de cada componente
-- que fundamenta seu aprendizado no legado daqueles que, com técnica, talento
e criatividade, fizeram escola na música popular brasileira. O entrosamento de
anos entre os integrantes e a liberdade para todos cantarem, juntos ou não,
além de tocarem, também são características marcantes e singulares da formação.
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Saiba como editar participantesRua da Carioca, 38 Centro
Rio de Janeiro, RJ

Casa do Choro
“O choro é a alma musical do povo brasileiro”, já dizia Villa Lobos. O choro é carioca! E o Rio de Janeiro, finalmente, ganhou um espaço a altura da importância do gênero, a Casa do Choro, que reúne, na Rua da Carioca número 38, oito salas de aula, estúdio, centro de pesquisa e auditório para shows e palestras.
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