Conectando passado e presente em gestos que não seguem uma linha, mas que ainda assim resistem na força do agora.No centro, uma mulher cearense, da Roça Velha, no Cariri, dança como se o tempo fosse um buraco sem fim. Seus movimentos não são uma sequência, mas uma rede que tece histórias de gerações passadas, agora, em um movimento sem começo nem fim. Uma expedição que passa pelo luto e pela vida, sustentada por três movimentos: ESPERAR, PLANTAR, TRANSFORMAR, gestos que falam de resistência entre o que se perde e o que se cria.
ANDRÉIA PIRES é performer, diretora, coreógrafa, preparadora de elenco. Mestre em artes pela Universidade Federal do Ceará, onde atuou como professora dos cursos de graduação em Dança.
| ESTREIA
| Classificação: 16 anos
| Duração: 60 minutos
| Local: Museu da Imagem e do Som (MIS) (Teresina)
| Data do espetáculo: 30 de novembro de 2025 | 19h
| Ingresso: via Sympla (link no destaques do Instagram)
| FICHA TÉCNICA:
DIREÇÃO: VINICIUS ARNEIRO
CRIAÇÃO E PERFORMANCE: ANDREIA PIRES
TRILHA SONORA: PEDRO MADEIRA
FIGURINO: ZÉ FILHO
LUZ: TOMAS RIBAS
CENOGRAFIA: AURORA DOS CAMPOS
PRODUÇÃO: CORPO RASTREADO
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O JUNTA é apresentado pelo Ministério da Cultura (@minc) e Petrobras (@petrobras), por meio do Programa Petrobras Cultural. É patrocinado pela Petrobras, via Lei Federal de Incentivo à Cultura e Governo do Estado do Piauí (@governodopiaui), através da SECULT-PI (@cultura.pi).
A 11ª edição do JUNTA Festival - Dança e Contemporaneidade tem realização da Associação JUNTA Dança, SUPERFREAK, PROMULTI e Ministério da Cultura e Governo Federal.