De 11 de novembro de 2026, às 19h00; até 11 de novembro de 2026, às 20h00.
De 11 de novembro de 2026, às 19h00; até 11 de novembro de 2026, às 20h00.
Estradar é o novo álbum da cantora e compositora Joana Duah e nasce da ideia de transformar a estrada em um território vivo — um espaço de travessia, encontro, memória e descoberta. O projeto propõe um percurso afetivo pelo Brasil, onde convivem a beleza de sua diversidade e as marcas de suas contradições.
Ao longo do repertório, Joana convida o público a experimentar a caminhada como metáfora de um dia na estrada de diferentes Brasis: um caminho em constante transformação, onde celebrar, indignar-se, resistir e seguir adiante fazem parte do mesmo gesto. Em Estradar, a música torna-se linguagem para percorrer territórios físicos e emocionais, revelando paisagens, fronteiras e histórias que muitas vezes permanecem à
margem do olhar cotidiano.
Essa proposta se traduz em um repertório cuidadosamente escolhido, que reúne compositores fundamentais da música brasileira, como Chico Buarque, Gilberto Gil, Edu Lobo, Sérgio Ricardo, Sérgio Santos, Joyce, Moraes Moreira e Filó Machado, ao lado de importantes autores da produção contemporânea, como Douglas Germano, Iara Ferreira, Mauro Aguiar e Chico Oliveira.
Longe de privilegiar os sucessos mais conhecidos desses compositores, Estradar aposta em canções menos frequentadas pelo grande público — obras de enorme riqueza poética e musical que revelam facetas surpreendentes de artistas consagrados e ampliam o diálogo entre diferentes gerações da canção brasileira.
Canções como Guerra Santa, Ponto de Partida, Damião e Baião da Guanabara atravessam questões sociais e políticas sem renunciar à delicadeza poética. Em Baião do Porão e Artigo de Luxo, a voz assume uma dimensão instrumental, aproximando-se da linguagem do jazz. Já Dança do Corrupião, de Edu Lobo e Paulo César Pinheiro, reafirma as raízes nordestinas da intérprete, que também assume a zabumba na execução da obra.
O álbum reserva ainda momentos de grande intimidade entre Joana Duah e o violonista Lula Galvão, um dos mais importantes instrumentistas brasileiros da atualidade. Em formato acústico, os dois interpretam canções como Baião da Guanabara (Guinga e Mauro Aguiar), Por Causa de Você (Tom Jobim e Dolores Duran), Retrato da Vida (Djavan e Dominguinhos) e Choro Bandido (Edu Lobo e Chico Buarque), em arranjos marcados pela elegância, pelo espaço para a improvisação e pela escuta sensível.
Além de Lula Galvão, o disco reúne a flautista Thanise Silva, a baixista Paula Zimbres, o guitarrista Rodrigo Bezerra e a percussionista Larissa Umaytá, formando um quinteto de sonoridade essencialmente acústica, refinada e profundamente brasileira.
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
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Saiba como editar participantesRua da Carioca, 38 Centro
Rio de Janeiro, RJ

Casa do Choro
“O choro é a alma musical do povo brasileiro”, já dizia Villa Lobos. O choro é carioca! E o Rio de Janeiro, finalmente, ganhou um espaço a altura da importância do gênero, a Casa do Choro, que reúne, na Rua da Carioca número 38, oito salas de aula, estúdio, centro de pesquisa e auditório para shows e palestras.
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