13 jan - 2026 • 17:00 > 01 fev - 2026 • 13:00
13 jan - 2026 • 17:00 > 01 fev - 2026 • 13:00
NOME DA ATIVIDADE: Interpretação em Comédia Clássica: Aristófanes, Shakespeare e Molière
COM CELSO JUNIOR
DATA DE REALIZAÇÃO: 13/01 a 29/01 ( menos dia 15 de janeiro) às terças e quintas.
Mostra no dia 01/02
HORÁRIO: 17h às 20h
PÚBLICO ALVO :atores e atrizes com alguma experiência a partir de 16 anos
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE:
Oficina prática de interpretação teatral para atores e atrizes, usando cenas e monólogos de comédias dos autores Aristófanes, William Shakespeare e Molière, baseada nos ensinamentos do mestre Harildo Deda.
Três dos maiores autores teatrais de todos os tempos, reunidos numa oficina prática com ênfase no humor e na comédia, no estilo clássico. O grego Aristófanes, que criticou e ridicularizou os deuses e a sociedade ateniense, e também seus contemporâneos trágicos, principalmente Eurípides. Escreveu "A greve do sexo", "As nuvens" e "Um deus chamado dinheiro". William Shakespeare, um dos maiores dramaturgos de todos os tempos, se notabilizou a partir da escrita de tragédias, comédias e peças históricas. É autor de algumas das comédias mais conhecidas da dramaturgia ocidental: “A megera domada”, “Sonho de uma noite de verão”, “As alegres comadres de Windsor” e “Comédia dos erros”, entre outras. Suas personagens evocam as emoções mais intensas da alma humana e trazem reflexões importantes para o exercício da interpretação teatral,em cenas que abordam temas como o amor, a traição, o engano, o ciúme, a paixão. Por fim, Molière, o maior autor teatral francês, apontou seu olhar crítico para as hipocrisias da sociedade pré-revolução francesa, em comédias de costumes e farsas que vão definir o gênero cômico e influenciar todos os autores posteriores. Entre suas comédias, vamos estudar “As preciosas ridículas”, “O médico a pulso” e “Escola de mulheres”.
Através de exercícios práticos de corpo, voz e interpretação, serão abordados conteúdos presentes na comédia clássica: amor e traição, hipocrisia e enganos, atração e repulsa,sonho e realidade. Sempre tendo como base, o método de preparação de atores criado pelo mestre Harildo Déda, em suas aulas.
A abordagem corporal busca investigar as potencialidades do corpo de intérpretes,
usando o ritmo corporal como elemento expressivo. Na pesquisa da voz, serão
investigadas as possibilidades expressivas do universo da comédia, as diferenças de ritmo entre a voz em prosa e em versos, e as possibilidades cômicas do ritmo. Em relação à interpretação, o que se busca é ampliar as capacidades interpretativas, a partir de estímulos provocados pela comédia clássica e suas proposições desafiantes, em relação a intriga, personagem, linguagem, tempo, espaço e ação. Trazendo a forma para uma expressão poética contemporânea, buscando atualizar o universo destes autores para os tempos atuais e suas relações com dilemas e desafios urgentes: misoginia, definições de gênero, lugares de fala.
Visa trabalhar o estudo e interpretação de textos de grandes dramaturgos do gênero.
Celso Jr. é professor de teatro, ator e diretor teatral com quase 40 anos de carreira e mais de 90 espetáculos produzidos, foi aluno e discípulo próximo de Harildo Déda. Entre seus trabalhos mais expressivos como ator estão “Otelo”, de Shakespeare, com direção de Carmem Paternostro (1995), “A megera domada” de Shakespeare, sob direção de Teresa Costalima (1998), “Budro”, de Bosco Brasil, direção de Tom Carneiro (2004), “Hamlet”, de Shakespeare, direção de Harildo Déda (2005), “Esperando Godot”, de Samuel Beckett, com direção de Marcio Meirelles (2014), “Por que Hécuba”, de Matei Visniec, dir. Marcio Meirelles (2018), “A visita da velha senhora”, de Dürrenmatt, sob direção de Gil Vicente Tavares (2024) e “Tartufo - o impostor”, da obra de Molière, sob direção de Marcelo Flores.
Dirigiu a comédia “Quem matou Maria Helena?”, de Claudio Simões (1994), “Médico a pulso", (1999), “Preciosas ridículas” (2009), de Molière, “Sonho de uma noite de verão”, de Shakespeare (2015), “A persistência das últimas coisas”, de Juan Ignacio Crespo (2017), “A última virgem” (2018) e “O beijo no asfalto” (2021), de Nelson Rodrigues e,mais recentemente, “Um Cubas!”, uma versão contemporânea da obra de Machado de Assis (2025).É Doutor em Artes Cênicas pela UFBA e professor do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CECULT/UFRB).
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
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Salvador, BA

Teatro Vila Velha
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