“Haicais para DIADORIM – para os amantes tornados invisíveis” é uma pesquisa cênica que investiga possibilidades contemporâneas de dramaturgia a partir do encontro entre a literatura de João Guimarães Rosa, a poética do haicai japonês estendia à encenação, o texto de Carlos Viegas e a pesquisa cênica de Rita Clemente. O projeto propõe uma experiência cultural polifônica, aproximando o sertão brasileiro e o pensamento oriental em uma linguagem de cena própria, atravessada por diferentes matrizes simbólicas, linguísticas e sensoriais.
Rita Clemente - é atriz, diretora, pesquisadora, roteirista e dramaturga mineira, com vasta experiência em teatro e incursões em televisão e cinema, sendo reconhecida por sua pesquisa sobre dramaturgia de cena e intermidialidade. Rita é diretora artística do Estúdio Clementtina na capital mineira, onde criar e produz seu trabalho independente. É Premiada em Minas, SP e RJ como diretora e atriz de teatro. Na televisão, estreou como atriz no seriado “A Cura” (2010) e fez parte do elenco das novelas “A Vida da Gente” (2011-2012), “Amor à Vida” (2013), e “Liberdade, Liberdade” (2016), todas pela TV Globo. No cinema, atuou nos longas-metragens “Pequenas Histórias” e “Batismo de Sangue”, do diretor Helvécio Ratton. Sua primeira pesquisa cinematográfica AO TEATRO, estreou em 2020 na MOSTRA INTERNACIONAL CINEBH. Estreia como diretora e roteirista no curta-metragem MERGULHO, adaptação da peça homônima de sua autoria. Mestra em Artes e graduada em música pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), é DOUTORANDA em Artes da Cena (UFMG); também é formada como atriz pelo curso de profissionalização de atores da Fundação Clóvis Salgado (CEFART/FCS).