14 mar - 2020 • 18:30 > 15 mar - 2020 • 14:00
14 mar - 2020 • 18:30 > 15 mar - 2020 • 14:00
FarOFFa - Circuito Paralelo de Artes de São Paulo
ALTAMIRA - Gabriela Carneiro da Cunha
Apresentações: 14/03 às 18h30 e 15/03 às 13h
Local: Oficina Cultural Oswald de Andrade - Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro
POR FAVOR, LEIA COM ATENÇÃO!!
A FarOFFa acontecerá de 10 a 15 de março de 2020.
A programação desta mostra paralela conta com 57 espetáculos e mais de 100 apresentações, que oferecerão ao público uma maratona teatral composta de uma vasta pluralidade de linguagens, temas e discursos. Esta é uma iniciativa totalmente independente, sem patrocínios e realizada a partir dos esforços e do investimento de todos os envolvidos.
Em nenhuma das apresentações haverá cobrança de ingressos. Solicita-se aos espectadores que façam uma contribuição voluntária PAGUE QUANTO QUISER, QUANTO PUDER na entrada ou na saída da sala de apresentação.
50% dos ingressos poderão ser reservados através da plataforma Sympla, os outros 50% serão distribuídos 1 hora antes da apresentação na recepção da Oficina Cultural Oswald de Andrade.
A reserva de ingressos pelo Sympla está limitada a 1 por pessoa e poderá ser realizada partir do dia 02 de março até as 23h59 do dia anterior à apresentação ou até o fim da disponibilidade.
As reservas realizadas pelo Sympla deverão ser validadas na recepção da Oficina Cultural Oswald de Andrade e trocadas no dia da apresentação por um ingresso físico até 30 minutos antes do horário do evento. Após esse prazo as reservas serão invalidadas.
Sinopse
Altamira 2042 é uma instauração performativa criada a partir do testemunho do rio Xingu sobre a barragem de Belo Monte. Aqui todos falam através de um mesmo dispositivo techno-xamânico: caixas de som e pen drives. Cada caixa de som porta uma voz, humana e não-humana, escutada nas margens do rio Xingu. Uma polifonia de seres, línguas, sonoridades e perspectivas tomam o espaço para abrir a escuta do público para vozes que tantos tentam silenciar. É a partir desses sons, cantos e também imagens que a performer Gabriela Carneiro da Cunha articula, junto com o público, os diferentes momentos do trabalho: a abertura Rio y Rua, seguida por Dona Herondina, Seu Quebra Barragem e Aliendígena, onde a performer veste e apresenta as diferentes perspectivas desses três seres maquínicos-espirituais que protegem as águas e as matas e que tomam a palavra para mitologizar a História. Assim a Barragem de Belo Monte vai deixando de ser simplesmente uma obra para se tornar o mito do inimigo.
Ficha Técnica
Idealização e concepção: Gabriela Carneiro da Cunha Direção: Gabriela Carneiro da Cunha e Rio Xingu Diretor assistente: João Marcelo Iglesias Assistente de direção: Clara Mor e Jimmy Wong Orientação de direção e Parteira: Cibele Forjaz Orientação da pesquisa e interlocução artística: Dinah de Oliveira e Sonia Sobral Texto originário: Eliane Brum “Tramaturgia”: Raimunda Gomes da Silva, João Pereira da Silva, Povos indígenas Araweté e Juruna, Bel Juruna, Eliane Brum, Antonia Mello, Mc Rodrigo – Poeta Marginal, Mc Fernando, Thais Santi, Thais Mantovanelli, Marcelo Salazar e Lariza Montagem de vídeo: João Marcelo Iglesias, Rafael Frazão e Gabriela Carneiro da Cunha Montagem textual: Gabriela Carneiro da Cunha e João Marcelo Iglesias Desenho sonoro: Felipe Storino e Bruno Carneiro Figurino: Carla Ferraz Iluminação: Cibele Forjaz Concepção instalativa: Carla Ferraz e Gabriela Carneiro da Cunha Realização instalativa: Carla Ferraz, Cabeção e Ciro Schou Tecnologia/ Programação/ Automação: Bruno Carneiro e Computadores fazem arte. Criação multimídia: Rafael Frazão e Bruno Carneiro Trabalho corporal: Paulo Mantuano e Mafalda Pequenino Imagens: Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha, João Marcelo Iglesias, Clara
Rua Três Rios, 363 Bom Retiro
São Paulo, SP

FarOFFa
Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

Acessa a nossa Central de Ajuda Sympla ou Fale com o produtor.