27 out - 2025 • 15:30 > 31 out - 2025 • 19:10
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Tudo que eu (não) vivi: um anticirco-teatro documental
Espetáculo traz histórias de migrantes do norte e nordeste do Brasil, propondo uma reflexão sobre a realidade do país através de uma metáfora sobre o sentido da vida a partir da vida dentro do circo.
Ressignificar narrativas sociais e pessoais no Brasil, abordando questões raciais, de gênero, classe, trabalho, migrações e pertencimento é a proposta central do espetáculo Tudo que eu (não) vivi, que será apresentado no palco do Teatro Sylvio Monteiro no dia 31 de outubro. Os atores Jean Fontes, Gabriel Ribeiro, Letícia Queiroz e Ruan Viana estarão em cena contando essas histórias, que são compostas pelos seguintes personagens: Assis, que sonha em ser poeta no Rio de Janeiro; Juliano, que um dia se formará em medicina e buscará a realização de suas utopias; Zé Palmares, que desceu do Norte em busca de escrever linhas melhores em sua história; e a moça, que lá no morro chamam de Maria, que às vezes não tem nome, apenas alguns apelidos — a que foi, mas também ficou, e ficou só.
"Nossa peça traz histórias reinventadas que emergem como um convite à reflexão sobre as precariedades da vida. Assim, a proposta do espetáculo é buscar uma reflexão sobre os modos de ressignificação e produções de vivências que, mesmo atravessadas por violências cotidianas, se reinventam e dão espaço para criações de existências diversas que promovam uma política do bem-viver no Brasil.", explica o diretor Wellington Júnior.
O espetáculo mistura crônica, ensaio, autobiografia, ficção e memória para construir uma narrativa fragmentada, onde se entrelaçam histórias dos migrantes. Esse mosaico de lembranças, cenas e reflexões cotidianas forma uma verdadeira cartografia, convidando o espectador a perder-se nos labirintos das cidades e das memórias, numa imersão poético-política que questiona as fronteiras entre realidade e ficção.
Tudo que eu (não) vivi também investiga uma linguagem que relaciona os modos de vida dos artistas circenses e mambembes a trabalhadores subalternizados e marginalizados ao longo da história. Dessa forma, fica estabelecida uma metáfora sobre o sentido da vida a partir da vida no circo, agregando teatro, cinema e performance. O espetáculo é apresentado pelo Governo Federal, Ministério da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).
Serviço
Espetáculo: Tudo que eu (não) vivi
Data: 31 de outubro
Horário: 19h
Local: Teatro Sylvio Monteiro
Endereço: Rua Getúlio Vargas, nº 51, Centro, Nova Iguaçu-RJ
Ingressos: R$ 30,00 (Inteira) - R$ 15,00 (Meia)
Classificação etária: 16 anos
Duração: 70 min
Ficha Técnica
Idealização: Jean Fontes
Dramaturgia: Priscilla Raibott e Jean Fontes
Direção: Wellington Júnior
Atuação: Jean Fontes, Gabriel Ribeiro, Letícia Queiroz e Ruan Viana
Orientador de corporalidade (dança afro): Cleiton Sobreira
Figurino e cenografia: Yan Calixto
Assistente de cenário e figurino: Daniel Furtado
Trilha sonora: Michel Nascimento e Alysson Alves
Mixagem: Michel Nascimento
Desenho da luz: Kaylan Werneck e Wellington Júnior
Fotografias: Rafael Moura
Programação visual: Gueu Ramos
Social Media: João França
Assessoria de imprensa: Angélica Zago
Produção: O Cirquinho Assistente de produção: Soraya Calvett
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua Getúlio Vargas, 51 Centro
Nova Iguaçu, RJ
O Cirquinho
O Cirquinho é um grupo de circo-teatro fundado em 2019. A sua criação partiu do desejo de realizar ações e produções artísticas que promovessem cultura e transformação social. Desde então, O Cirquinho vem atuando na realização de oficinas, espetáculos e ações socioculturais. Cênica e esteticamente o grupo se dedica a investigar a linguagem do circo-teatro e a linguagem da palhaçaria.
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