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ERA UMA VEZ O DRAGÃO

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ERA UMA VEZ O DRAGÃO

02 set - 2022 • 19:02 > 18 set - 2022 • 18:02

Evento encerrado

ERA UMA VEZ O DRAGÃO

02 set - 2022 • 19:02 > 18 set - 2022 • 18:02

Evento encerrado

Descrição do evento

 O espetáculo: Era uma vez o dragão, nasce em sua 1° Temporada 

Vencedora na categoria de Melhor Esquete pelo Júri Popular na 10º edição do FESTU - Festival de Teatro Universitário, o espetáculo Era uma vez o dragão, criado pelo Coletivo Teatro Virtual Preto, entra em cartaz no Teatro Gonzaguinha, de 02 a 18 de setembro, para a sua primeira temporada!

Sex e sáb.19h 

Dom 18h

Teatro Gonzaguinha/ Calouste - Centro, Rio de Janeiro/RJ 


Ingressos:
Inteira – R$30,00
Meia – R$15,00
Venda de ingressos apenas pelo site ou aplicativo da Sympla

Era uma vez o dragão

https://www.instagram.com/teatrovirtualpreto/


Sinopse:

 “Eu não vou começar daqui. Eu não vou começar fruto de um estupro numa fazenda. Eu quero meu começo de verdade, que você me roubou.”

É com essa reivindicação que nasce a mulher preta em Era Uma Vez o Dragão. Uma mulher que teve os cordões umbilicais de sua ancestralidade arrancados violentamente.

Sem acesso a sua história, ela mesma vai se gestar e se parir. Ela reinventa o seu início desconhecido e vai em busca do que foi confiscado: a sua origem, seu lugar de partida, a força que habita em nós antes de nós.

Mas nascer é difícil. Nascer é movimento grandioso, que rompe a desesperança, quebra ciclos nefastos. É a natureza, forte e imperativa, anunciando o novo.

Acompanhamos o útero dessa mulher em processo de autogestação. Um corpo marcado por séculos de violência.

Porões de navios negreiros. Coisa não humana. Mortes de seus filhos assassinados por um Estado racista. A enorme solidão do abandono dos homens, o esquecimento. A construção de um país inteiro em seus ombros.

A cicatrização dessas feridas vem em pulsão de vida, que leva os nomes de Dandara dos Palmares, Teresa de Benguela, Aqualtune, Carolina Maria de Jesus, Marielle Franco e tantas outras que vieram antes e abriram caminho para o nascimento desta mulher.

“Eu vou nascer a fórceps, mas eu vou nascer”.

Uma mulher preta quando conta sua trajetória, não apenas narra. Ela a refaz e é refeita por esse resgate. Nesse movimento de contração, entre passado e presente, ela constrói o seu futuro. Ela se dá à luz, livre, dona de sua própria história.


Ficha Técnica:

Direção: Ramon da Matta

Direção de Movimento: Sémada Rodrigues 

Elenco: Bruna Rodrigues, Makeda Soares, Thuca Soares e Sémada Rodrigues 

Standin: Jéssica Barreto

Dramaturgia: Ramon da Matta 

Figurino: Rafael Sena, Bruna Rodrigues 

Máscaras: Marcílio Barroco

Cenografia: Thuca Soares

Assistente de Cenografia: Carla Guizelini

Iluminação: Thuca Soares e Rel Rocha

Operação de Luz: Rel Rocha

Contrarregra: Vinicius Pessanha e Jessica Barreto

Preparação Vocal: Thuca Soares 

Preparação Musical: Thuca Soares e Georgia Camara 

Trilha Sonora original: Sémada Rodrigues, Thuca Soares e Georgia Camara 

Musicista: Georgia Camara 

Intérprete de Libras: Beatriz Souza 

Design gráfico: Loriane Reis 

Programa: Mazza Edições 

Fotografia: Studio Flashblack

Produção: Bruna Rodrigues e Makeda Soares

Social Mídia: Bruna Rodrigues e Makeda Soares


Serviços

- Na sala 304 haverá um feira durante a temporada, com os artistas que nos ajudaram ao longo desse processo, sexta e sábado 17:30 - 19h e domingo 16:30 - 18h



Política do evento

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Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.

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Edição de participantes

Você poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.

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Local

Teatro Gonzaguinha

Rua Benedito Hipólito, 125 Centro

Rio de Janeiro, RJ

Termos e políticas

Sobre o produtor

Coletivo Teatro Virtual Preto

Em 2020 quando o mundo parou, as incertezas e as inquietações nos cercaram e se instalaram numa mesma constância. Não sabíamos o que esperar, mas desejávamos estar em movimento e buscar formas possíveis de fazer arte, mesmo que para isso nos valesse da realidade virtual. Não foi fácil construir um processo virtualmente, sem nenhum contado físico. Mas conseguimos; produzimos a peça ' As Palavras', mas nos firmamos com o Cena: Era uma vez o dragão e que hoje é nosso Espetáculo!

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