De 20 de novembro de 2026, às 15h00; até 20 de novembro de 2026, às 17h00.
De 20 de novembro de 2026, às 15h00; até 20 de novembro de 2026, às 17h00.
A atividade propõe a exibição de NEGRUM3 (2018), curta-metragem de Diego Paulino, seguida de um bate-papo com o diretor. Entre melanina e planetas longínquos, NEGRUM3 propõe um mergulho na caminhada de jovens negros da cidade de São Paulo. Um ensaio sobre negritude, viadagem e aspirações espaciais dos filhos da diáspora. Premiado nacional e internacionalmente, NEGRUM3 tornou-se uma obra de referência para os cinemas negros e queer brasileiros.
MINISTRANTE
Diego Paulino nasceu na pequena cidade de Leme, interior de São Paulo, e foi lá que se apaixonou por contar histórias. Cineasta e roteirista, seu último curta, NEGRUM3, é um dos filmes brasileiros mais premiados de 2018. Paulino desenvolve seu trabalho em torno de questões da diáspora negra, seus medos e seus sonhos. “A Perdição de Lázaro” é seu filme mais recente. É membro da APAN - Associação dos Profissionais do Audiovosual Negro e integra a Rede de Talentos Paradiso.
DATA
20 de novembro de 2026, das 15h às 17h
LOCAL
Museu da Diversidade Sexual - Estação República do metrô | Após passar pelas catracas, siga em direção ao corredor de acesso a rua do arouche. Na mesma direção da bilheteria da estação
ATIVIDADE GRATUITA
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua do Arouche, 24, Mezanino, República
São Paulo, SP

Museu da Diversidade Sexual
Sobre o Museu da Diversidade Sexual O Museu da Diversidade Sexual de São Paulo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, destinada à memória, arte, cultura, acolhimento, valorização da vida, agenciamento e desenvolvimento de pesquisas envolvendo a comunidade LGBTQIA+ - contemplando a diversidade de siglas que constroem hoje o MDS – e seu reconhecimento pela sociedade brasileira. Trata-se de um museu que nasce e vive a partir do diálogo com movimentos sociais LGBTQIA+
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