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Cidade Terreiro Visita guiada na Pequena África

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Cidade Terreiro Visita guiada na Pequena África

De 25 de abril de 2026, às 09h30; até 25 de abril de 2026, às 12h00.

Evento encerrado

Cidade Terreiro Visita guiada na Pequena África

De 25 de abril de 2026, às 09h30; até 25 de abril de 2026, às 12h00.

Evento encerrado

Descrição do evento

Cidade Terreiro – Visita guiada na Pequena África
“Não visitaremos uma cidade. Visitaremos um terreiro.”


A experiência Cidade Terreiro convida o público a percorrer a região da Pequena África, no Rio de Janeiro, a partir de uma perspectiva ancestral, onde território, memória e espiritualidade se entrelaçam. Inspirado no pensamento de Muniz Sodré, o roteiro propõe uma leitura da cidade como um grande terreiro vivo um espaço onde saberes africanos foram recriados e permanecem pulsando através da cultura, da religiosidade e das práticas cotidianas.


Ao longo do percurso, que tem início na Praça Mauá e segue por pontos emblemáticos como a Pedra do Sal e o Cais do Valongo, os participantes entram em contato com histórias de resistência, formação cultural e construção de identidade da população negra na cidade. Mais do que um passeio histórico, a Cidade Terreiro é uma vivência sensorial e política, que evidencia a Pequena África como um território de continuidade africana, onde o passado não está distante ele se manifesta no presente. A atividade é conduzida por lideranças do território, articulando conhecimento tradicional, pesquisa histórica e experiências vividas, promovendo um encontro direto com as narrativas que estruturam a cidade.

Roteiro:

  • Cais Mauá
  • Mural Cosmonauta
  • Largo da Prainha
  • Becco João Inácio
  • Morro da Conceição
  • Pedra do Sal
  • Rua tia Ciata
  • Centro Cultural Rio África (Antiga Promatre)
  • Árvore Baobá
  • Cais do Valongo
  • Largo do Depósito
  • Afoxé Filhos de Gandhi
  • Jardim Suspenso do Valongo
  • Casarão Cultural João de Alabá


Ponto de encontro:

Saída do edifício Touring | Praça Mauá - Saúde, Rio de Janeiro


Mediação:

Thiago Viana cresceu da região da Pequena África, na zona portuária do Rio de Janeiro, onde há mais de 20 anos desenvolve projetos educativos, artísticos, culturais e turísticos conectados ao território e às suas ancestralidades. Sua trajetória é marcada pela construção de narrativas que valorizam a memória afro-brasileira e transformam o espaço urbano em lugar de aprendizado, pertencimento e experiência.


É autor das obras cênicas Histórias Afro-Brasileiras cenas itinerantes que percorrem o circuito de celebração a herança africana levando ao público vivências dramatizadas da história e da cultura negra no Brasil, em diálogo com figuras e processos fundamentais da luta e da criação afro-brasileira.


Também atua como pesquisador do livro Contos Policiais da Pequena África, atualmente em processo de escrita, que propõe novas leituras sobre o território a partir de de prisões de ex pessoas escravizadas.


Thiago é fundador e Diretor do Casarão Cultural João de Alabá, onde articula e fomenta uma diversidade de ações culturais, consolidando o espaço como um polo de produção, formação e difusão da cultura afro-brasileira.


Turismóloga

Taíse Baião Vieira: Formada em técnico de Hopedagem pela Faetec, graduada em Turismo pela Uerj. Se dedica arduamente a bem recepcionar e a criar experiência. Tendo vivido suas próprias experiências voltadas a memória e cultura, com um olhar para a cidade no qual busca a ancestralidade para se integrar e movimentar o futuro desse território. Griot de Território Pai Marquinho: Marcos César, conhecido como Pai Marquinho, nasceu e foi criado no Morro da Providência, no Rio de Janeiro. Neto de Dona Dorica da Providência, insere-se em uma linhagem familiar diretamente vinculada às tradições afro-brasileiras no território da Pequena África. Foi iniciado aos 7 anos de idade para o orixá Omolu, estabelecendo, desde a infância, uma trajetória contínua no campo religioso do candomblé. Sua atuação o configura como um agente fundamental na preservação, transmissão e atualização dos saberes tradicionais de matriz africana. Reconhecido no território, Marcos César desempenha um papel estratégico como articulador cultural, operando na interface entre religiosidade, memória social e práticas culturais. Sua trajetória está diretamente relacionada à noção de “Cidade Terreiro”, na medida em que mobiliza redes de pertencimento, territorialidade e ancestralidade, contribuindo para a salvaguarda do patrimônio imaterial da Pequena África.


Duração:

O percurso dura, em média, duas horas.


  • Calor: Sugerimos o uso de roupas leves, calçados cômodos (tênis) e chapéus. Recomendamos utilizar protetor solar e trazer garrafas de água.

  • Chuva: Levar guarda-chuvas e capas. O passeio fica cancelado no caso de chuvas torrenciais, mas confirmar antes

  • Consciência ambiental: Manter os locais de visitação limpos. Pedimos que jogue seu lixo na lixeira e não coma ou beba em ambiente fechado.

  • Check-in: Não precisa imprimir a inscrição, basta apresentar o QR CODE para o Guia de Turismo.

Política do evento

Cancelamento de pedidos pagos

Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.

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Edição de participantes

Você poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.

Saiba como editar participantes

Local

Edifício Touring

Praça Mauá

Rio de Janeiro, RJ

Termos e políticas

Sobre o produtor

Casarão Cultural João de Alabá

O Casarão Cultural João de Alabá, inaugurado em 2021, tem se consolidado como um importante espaço de valorização e promoção da cultura na Pequena África. Com sua proposta de ser uma plataforma de projetos, o casarão não apenas abriga eventos culturais, como também incentiva a diversidade artística e a troca de saberes entre diferentes comunidades

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