19 set - 2026 • 09:00 > 19 set - 2026 • 12:00
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Saída do edifício Touring | Praça Mauá - Saúde, Rio de Janeiro
Mediação:
Thiago Viana cria da zona portuária do Rio de Janeiro, onde há mais de 20 anos desenvolve projetos educativos, artísticos, culturais e turísticos conectados ao território e às suas ancestralidades. Sua trajetória é marcada pela construção de narrativas que valorizam a memória afro-brasileira e transformam o espaço urbano em lugar de aprendizado, pertencimento e experiência. É autor das obras cênicas Histórias Afro-Brasileiras cenas itinerantes que percorrem o circuito de celebração a herança africana levando ao público vivências dramatizadas da história e da cultura negra no Brasil, em diálogo com figuras e processos fundamentais da luta e da criação afro-brasileira.Também atua como pesquisador do livro Contos Policiais da Pequena África, atualmente em processo de escrita, que propõe novas leituras sobre o território a partir de de prisões de ex pessoas escravizadas.
Thiago é fundador e Diretor do Casarão Cultural João de Alabá, onde articula e fomenta uma diversidade de ações culturais, consolidando o espaço como um polo de produção, formação e difusão da cultura afro-brasileira.
Griot de Território Pai Marquinho: Marcos César, conhecido como Pai Marquinho, nasceu e foi criado no Morro da Providência, no Rio de Janeiro. Neto de Dona Dorica da Providência, insere-se em uma linhagem familiar diretamente vinculada às tradições afro-brasileiras no território da Pequena África. Foi iniciado aos 7 anos de idade para o orixá Omolu, estabelecendo, desde a infância, uma trajetória contínua no campo religioso do candomblé. Sua atuação o configura como um agente fundamental na preservação, transmissão e atualização dos saberes tradicionais de matriz africana. Reconhecido no território, Marcos César desempenha um papel estratégico como articulador cultural, operando na interface entre religiosidade, memória social e práticas culturais. Sua trajetória está diretamente relacionada à noção de “Cidade Terreiro”, na medida em que mobiliza redes de pertencimento, territorialidade e ancestralidade, contribuindo para a salvaguarda do patrimônio imaterial da Pequena África.
Duração:
O percurso dura, em média, duas horas.
Calor: Sugerimos o uso de roupas leves, calçados cômodos (tênis) e chapéus. Recomendamos utilizar protetor solar e trazer garrafas de água.
Chuva: Levar guarda-chuvas e capas. O passeio fica cancelado no caso de chuvas torrenciais, mas confirmar antes
Consciência ambiental: Manter os locais de visitação limpos. Pedimos que jogue seu lixo na lixeira e não coma ou beba em ambiente fechado.
Check-in: Não precisa imprimir a inscrição, basta apresentar o QR CODE para o Guia de Turismo.
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesPraça Mauá
Rio de Janeiro, RJ
Casarão Cultural João de Alabá
O Casarão Cultural João de Alabá, inaugurado em 2021, tem se consolidado como um importante espaço de valorização e promoção da cultura na Pequena África. Com sua proposta de ser uma plataforma de projetos, o casarão não apenas abriga eventos culturais, como também incentiva a diversidade artística e a troca de saberes entre diferentes comunidades
Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

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