21 out - 2026 • 18:30 > 21 out - 2026 • 21:00
21 out - 2026 • 18:30 > 21 out - 2026 • 21:00
O encontro propõe uma abordagem prática sobre os cuidados envolvidos na montagem de obras e objetos museais em vitrines, aproximando conhecimentos de cenografia, montagem expositiva e conservação preventiva.
Ao longo da atividade, serão apresentadas técnicas e estratégias para pensar a montagem de vitrines de maneira integrada, considerando aspectos como manuseio, acondicionamento, suporte, estabilidade, materiais utilizados e condições de exposição. A proposta é compartilhar conhecimentos que contribuam para a proteção do acervo durante a montagem e sua permanência em exposição, sem deixar de lado a experiência estética e a comunicação com o público.
O encontro é voltado especialmente a profissionais, estudantes, produtores, artistas e pessoas interessadas em museologia, montagem de exposições, cenografia, conservação e produção cultural, mas não exige conhecimento prévio sobre o tema.
A atividade será conduzida por Pedro Cruz, produtor cultural, colecionador de arte e fundador da Install Produtora de Arte, empresa especializada em montagem de exposições e projetos de arte.
Programação
Data: 21 de outubro (quarta-feira)
Horário: das 18h30 às 21h
Duração: 2h30
Participação: gratuita
A atividade integra o Programa Conexões Museus (PCM) — SISEM-SP.
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesAvenida São Luís, 120 República
São Paulo, SP

Museu da Diversidade Sexual
Sobre o Museu da Diversidade Sexual O Museu da Diversidade Sexual de São Paulo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, destinada à memória, arte, cultura, acolhimento, valorização da vida, agenciamento e desenvolvimento de pesquisas envolvendo a comunidade LGBTQIA+ - contemplando a diversidade de siglas que constroem hoje o MDS – e seu reconhecimento pela sociedade brasileira. Trata-se de um museu que nasce e vive a partir do diálogo com movimentos sociais LGBTQIA+
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