O que acontece quando o chão se quebra e ainda assim é dele que nascem novos caminhos?
Cartografia em Cacos se ergue sobre o paradoxo: construir e desmanchar, cuidar e ferir. Tijolos, lona, voz: tudo se torna matéria viva, mapa em processo.
No centro, uma mulher branca de nome indígena. Ela quebra tijolos como quem revisita uma história. A lona preta é chão e abrigo, parangolé e escultura. Ao recolher os cacos, ela não recompõe o que foi perdido, mas prepara o terreno para o que ainda pode nascer.
Isaura Tupiniquim é multiartista baiana e Psicanalista. Licenciada e mestre em Dança, doutora em Sociologia e membro da ALCEP – Associação Livre Centro de Estudos em Psicanálise.
| Acessibilidade em libras e audiodescrição
| Classificação: 14 anos
| Duração: 40 minutos
| Local: MIS - MUSEU DA IMAGEM DO SOM DE TERESINA
| Data do espetáculo: 28 de novembro de 2025 | 20h30
| Ingresso: via Sympla (link na bio)
| FICHA TÉCNICA:
Criação e Performance: Isaura Tupiniquim
Colaboração: Olga Lamas e Zéfere
Músicas: “Velho Amarelo” (Rodrigo Campos e Juçara Marçal) // “Arde” (Isaura
Tupiniquim) // “Como nossos Pais” (Belchior)
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O JUNTA é apresentado pelo Ministério da Cultura (@minc) e Petrobras (@petrobras), por meio do Programa Petrobras Cultural. É patrocinado pela Petrobras, via Lei Federal de Incentivo à Cultura e Governo do Estado do Piauí (@governodopiaui), através da SECULT-PI (@cultura.pi).
A 11ª edição do JUNTA Festival - Dança e Contemporaneidade tem realização da Associação JUNTA Dança, SUPERFREAK, PROMULTI e Ministério da Cultura.
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