24 jan - 2026 • 10:00 > 24 jan - 2026 • 12:30
24 jan - 2026 • 10:00 > 24 jan - 2026 • 12:30
com Sampa Negra e Victória dos Santos
Neste roteiro, nós vamos caminhar, conversar sobre o Largo da Banana e perceber como o samba guarda história, poesia e disputa. A música nos ajuda a lembrar, porque São Paulo também foi contada por sambistas, uma cidade que não é essa apenas do trabalho.
E tem mais. Essa experiência é atravessada pela presença da genial Victória dos Santos, musicista que tem o samba na veia. Nascida e criada na Barra Funda, fundadora e maestrina do bloco Agora Vai, ela canta e toca memórias, ativando a força da palavra cantada e das histórias orais. Tem momento de caminhar, tem momento de escutar, tem momento de sorrir e cantar. Você vai sair com vontade de voltar, porque é o tipo de encontro que fica no corpo, ou desperta o que nele já existe.
Percurso leve: cerca de 1,2 km
Ponto de encontro: catraca do Metrô Barra Funda
Ponto de despedida: Bananal Arte Rua Lavradio ou retorno ao Metrô Barra Funda
O que não está incluso
Roupas confortáveis e calçado adequado; Água; Frutas, Capa de chuva e. Protetor solar
O encontro acontece mesmo em caso de chuva fraca. Em caso de temporal, nós avisamos e remarcamos em combinado.
Ao adquirir o ingresso, você autoriza a utilização de imagens e vídeos captados durante o encontro para conteúdos da Sampa Negra e de parceiros relacionados à divulgação da experiência.
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua Barra Funda, 1133
São Paulo, SP
Sampa Negra
Nós da Sampa Negra criamos experiências autorais de Afroturismo em São Paulo, unindo pesquisa viva, memória coletiva e educação antirracista. Desde 2014, guiamos caminhadas, vivências e formações que reencantam a cidade a partir das narrativas negras, com afeto como tecnologia e cuidado com o território. Nossa atuação atravessa ruas, museus, instituições culturais e projetos corporativos, sempre com o compromisso de ampliar repertório, fortalecer pertencimento e reconhecer as presenças negras qu
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