O Baile Afropink surgiu do desejo de Yan Cloud de reencontrar a galera nas pistas de dança e apresentar para o mundo sua nova fase da carreira onde se conecta mais com o Afropop e apresenta seu novo show. A segunda edição conta com a discotecagem de Manigga e Pivoman, além da participação especial de Maya.
SERVIÇO
O que? Baile Afropink - 2ª edição
Onde? Roma Negra
Quando? 13 de agosto, às 23h30
Quanto? R$20 à R$30
Yan Cloud surgiu na cena em 2015 com o lançamento de vários singles. Em 2017, lançou o EP “Alívio”, primeiro trabalho solo, que ficou em oitavo lugar entre os melhores álbuns baianos do ano, em votação popular no site Elcabong. Em 2018 foi destaque na playlist oficial do Spotify R&B Brasil e a capa da playlist Rap Sex Tape. Em 2019, em parceria com Nêssa e Nininha Problemática, lançou a música “Que Calor" que atingiu a marca de 253 mil streams no Spotify. Daí em diante, foram participações no carnaval, turnê pelo Sudeste juntamente com Faustino Beats e no final do ano cantou no Festival da Virada Salvador. Lançou a canção Aquele Swing em colaboração com Nêssa, ÀTTØØXXÁ e Zamba, que atingiu a marca de 1 milhão streams no Spotify, e ganhou uma coreografia feita pelo FitDance que teve 268 mil views no canal, fez sucesso cantando todos os dias do carnaval de 2020 com participação no trio do Psirico e Pablo Vittar, lançou clipe da música Bafana que tem mais de 77 mil visualizações no YouTube e seu segundo álbum “Pinkboy” que já conta com mais de 456 mil players no Spotify. E em 2021 participou de festivais como SSA Mapping, Novíssimos e Afropunk Bahia.
A cantora e compositora Maya, mais conhecida como a menina de Salcity, é uma mulher preta, nascida no subúrbio ferroviário de Salvador. Já foi citada na página oficial do Instagram da Trace Brasil, Natural Musical e Sistema Operacional da Música. É dona de uma voz marcante e uma artista que consegue passear por todas as vertentes da black music, mesclando suas referências às levadas do R&B, Trap, Pop e Pagotrap. A cantora possui um discurso forte sobre suas vivências como mulher preta contextualizadas à uma poética urbana e diaspórica.
Manigga é produtor musical, deejay, diretor de arte e motion designer, artista multifacetado que começou atuando nas pick-ups aos 13 anos e desenvolve um trabalho com as influências musicais que absorveu com o tempo, passeando pela música brasileira e a busca por conexões entre a música nacional e internacional. Com mais de 1 milhão de reproduções nas plataformas, se tornou figura conhecida na noite soteropolitana e ganhou destaque internacional ao ter um dos seus remixes tocado pelo DJ e produtor musical norte-americano Diplo, que já assinou trabalhos para nomes consagrados como Anitta, Madonna e Beyoncé. Já foi DJ residente da Batekoo, tocou em várias casas de shows em Salvador e grandes festivais como Budweiser Basement.
Músico, DJ, pesquisador e arte-educador, Pivoman é um artista baiano que atua no cenário musical desde 2003 e desenvolve uma vasta pesquisa sobre a música eletrônica produzida nas periferias de grandes cidades pós-coloniais. Ele tem uma mente inquieta e viciada por música que tenta compartilhar com o público os frutos musicais de suas pesquisas. Como um artista interdisciplinar e antenado em diversos campos da arte, no ano de 2015, deu início a sua carreira de DJ para apresentar sua pesquisa que imergia no universo do "global guettotech", termo cunhado pelo etnomusicólogo e DJ Wayne&Wax.