De 16 de novembro de 2026, às 19h30; até 16 de novembro de 2026, às 21h30.
De 16 de novembro de 2026, às 19h30; até 16 de novembro de 2026, às 21h30.
Aula Aberta: professor Wagner Silva + Combo Instrumental professor Mateus Pavan
OFICINA BRASILIDADES. INTRODUÇÃO: Com certeza! A identidade musical do Brasil é uma das mais ricas do planeta justamente por causa dessa fusão profunda entre as matrizes indígena, africana e europeia. Essa mistura não apenas gerou novos ritmos, mas transformou o país em um laboratório constante de inovação cultural. Podemos observar como essas heranças se manifestam na nossa música: Matriz Africana: Trouxe a complexidade rítmica, a síncopa e a centralidade dos instrumentos de percussão como o N’goma (atabaques e tambores) o Gã (agogô). É a base do samba, do frevo, o baião... Além disso, a tradição do canto em formato de chamada e resposta influenciou profundamente as rodas de samba e os cantos de trabalho. Matriz Europeia: Contribuiu principalmente com a estrutura harmônica, a melodia e instrumentos como o violão, o acordeão e o piano. Gêneros como o maxixe e o choro nasceram da adaptação de danças de salão europeias (como a polca, valsa e o passo doble) ao suingue brasileiro. Matriz dos Povos Originários (Indígena): Presente na sonoridade dos instrumentos de sopro (flautas de bambu, apitos) e chocalhos (maracás), além do canto coletivo e da conexão espiritual com a música. Essa influência pulsa fortemente nos ritmos da região Norte, como o carimbó e a toada do boi-bumbá, e na própria cadência de diversas músicas nordestinas. O que torna o Brasil único é que essas origens não ficaram estáticas. Elas continuam se misturando com influências modernas globais, resultando em movimentos como a Bossa Nova (samba + jazz), a Tropicália (ritmos regionais + rock psicodélico) e, mais recentemente, o Manguebeat e o Funk Brasileiro. A nossa pluralidade é um processo vivo e em constante evolução. TÓPICOS: Estrutura dos gêneros rítmicos, estilos, sotaques e, ou linguagem e formas. Vivência em percussão e instrumentos melódicos e harmônicos. Aplicações e experimentações em músicas de repertório usufruindo recursos da rítmica e suas variações.
WAGNER SILVA – WAGNÃO! Atuando como músico, Baterista e percussionista a mais de 40 anos em Big band, arranjador em projetos artísticos e espetáculos e, compositor instrumental. Atua também, até hoje, em formações sinfônicas como orquestras, bandas e grupos de câmara. Coprodutor CD Projeto Brasil e DVD Cateretrio vários videoaulas e vídeos shows pela Aldir Blanc e ProAc. Integrou na Orquestra do Maestro Osmar Milani, na banda sinfônica de Sumaré, Banda Sinfônica de Americana, cachê na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto; como baterista, arranjador e compositor em grupos de câmara como Quinteto Saxanagem, Projeto Brasil, Cateretrio, Samba da Maria, Wagner Silva Trio, Hot Club de Piracicaba e Free Lance com cantores de Piracicaba e região. Iniciou seus estudos de música na guarda-mirim de Piracicaba, continuou no Conservatório Dramático e musical Dr. Carlos de Campos em Tatuí, onde estudou com o Professor Ravier Calvino, aulas particulares com o Músico Jaime Pladeval em campinas, curso no CLAM, Centro Livre de Aprendizagem musical em São Paulo e diversos workshop com os mais renomados músicos do cenário nacional. Sempre em busca de informação, atualização, pesquisas e maior aprendizagem para com seu instrumento.
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Saiba como editar participantesAvenida Brasil, 1293
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Escola Municipal de Música Heitor Villa-Lobos Americana
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