A VINGANÇA É UM JARDIM SELVAGEM
- Pela primeira vez em São Paulo, em apenas 2 apresentações!
QUANDO: 27/10 e 03/11, terças-feiras, ás 20:30.
ONDE: iBT - Instituto Brasileiro de Teatro - Sala Cênica (décimo andar) (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01317-000)
QUANTO: De R$ 30,00 a R$ 60,00 (inteira)
DESCONTOS: 50% para idosos, estudantes, jovens de baixa renda, portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto no 8.537, de 5 de outubro de 2015.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: acima de 12 anos
DURAÇÃO: 60 minutos
A vingança é um jardim selvagem é um espetáculo que celebra histórias de mulheres, reais e inventadas, que vingam como erva selvagem. Com direção e composição dramatúrgica de Patrícia Fagundes, é o primeiro solo da carreira de Priscilla Colombi — vencedora do Prêmio Açorianos de Melhor Atriz, em 2025. A peça estará em cartaz somente nos dias 27 de outubro e 3 de novembro, terças-feiras, às 20:30, no iBT - Instituto Brasileiro de Teatro (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01317-000). Os ingressos estão à venda na plataforma Sympla.
O roteiro se estrutura a partir da busca da protagonista — uma artista escritora — pela vida extraordinária de Veronika V, que se desdobra em muitas: professora, viajante, cantora, pistoleira e aventureira. A trama se permite brincar com imaginários de vingança e vingadoras, filmes e personagens, repertórios e memórias. Nessa busca, percorre diversos lugares, experiências e encontros com mulheres marcantes, misturando real e ficção.
O projeto dá continuidade à pesquisa de linguagem festiva da trupe, que mistura pop e poesia, real e ficção, reflexão e humor, teatro, vídeo, música, dança e palavra. A produção também marca a parceria entre a atriz e a diretora, que trabalham juntas há quase duas décadas.
A vingança é um jardim selvagem aborda urgências de nosso tempo com uma equipe predominantemente feminina, além de Priscilla e Patrícia. Simone Rasslan assina a trilha sonora e Marga Ferreira, a iluminação. Os figurinos foram criados por Carol Scortegagna. Os vídeos são de Lívia Pasqual. A cenografia é Yara Balboni e a arte gráfica de Manoele Scortegagna.
>> FICHA TÉCNICA:
Atuação: Priscilla Colombi; Direção e Composição Dramatúrgica: Patrícia Fagundes; Trilha Sonora: Simone Rasslan; Criação de Luz: Marga Ferreira; Cenografia: Yara Balboni; Figurino: Carol Scortegagna; Vídeos e fotos do material gráfico: Livia Pasqual; Arte Gráfica: Manoele Scortegagna; Apoio de Produção e Operação de Vídeos: Laura Fensterseifer; Administração: Diego Nardi; Realização: Cia. Rústica.
>> A ATRIZ:
Priscilla Colombi é atriz, bacharel em teatro pelo Departamento de Arte Dramática da UFRGS (2009) e formada pelo Curso Formação de Atores do TEPA (2004). Pela Cia. Rústica, integra o elenco de vários espetáculos, vencendo o Prêmio Braskem por Fala do Silêncio (2017) e o Prêmio Açorianos por A vingança é um jardim selvagem (2025), ambos na categoria melhor atriz. Tem a trajetória marcada pela dança e pelas artes marciais. Além destas, qualifica seu trabalho na área da música, estudando percussão com Fernando do Ó e bateria com César Audi. Protagoniza a série A Benção, exibida em 2020 pelo Canal Brasil e Globoplay. Já no cinema, integrou o elenco de Perseguição e Cerco a Juvêncio Gutierrez (direção de Tabajara Ruas) e Nós a Nós (direção de Victor di Marco e Márcio Picoli).
>> A DIRETORA:
Docente no Departamento de Arte Dramática e no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS, Patrícia Fagundes é encenadora, artista da cena, produtora, professora e pesquisadora. Fez doutorado em Madrid, mestrado em Londres, mas a ideia sempre foi morar e criar na cidade onde nasceu, Porto Alegre. É fundadora da Zona Cultural e da Cia Rústica de Teatro, na qual dirigiu e compôs a dramaturgia de diversos espetáculos e outras experiências cênicas, recebendo vários prêmios e indicações Açorianos e Braskem de melhor direção e espetáculo. Desenvolve investigações e criações relacionadas ao teatro como estado de encontro, cena no espaço urbano, criação de dramaturgia, festividade, cabarés do sul do mundo, diálogos entre arte e sociedade.
> A CIA. RÚSTICA:
Criada em 2004, a Cia. Rústica articula um espaço de trabalho entre artistas plurais, desenvolvendo vários projetos que reúnem montagem, investigação, ação pedagógica e social. É um dos mais premiados grupos teatrais do Rio Grande do Sul e busca uma linguagem contemporânea e festiva baseada na cumplicidade entre atores e espectadores, que evoca o lúdico, o corpóreo, o humor e o risco na criação artística.
O coletivo já encenou espetáculos apresentados em várias cidades brasileiras. O primeiro projeto foi a trilogia Em Busca de Shakespeare, composta por Macbeth (2004), Sonho de uma Noite de Verão (2006) e A Megera Domada (2008). Também levou aos palcos Pandolfo Bereba (2005), Clube do Fracasso (2010), O Fantástico Circo-Teatro de um Homem Só (2011), Natalício Cavalo (2013), Fala do Silêncio (2017), Picadeiro Faz de Conta (2019) e A Vingança é um Jardim Selvagem (2025). Há três anos, realiza produções que exploram a linguagem do cabaré: Cabaré da Mulher Braba (2023), Cabaré do Amor Rasgado (2023), Cabaré do Tempo (2025) e Cabaré da Vida Pequena (2026).
A trupe desenvolve ainda um projeto continuado que investiga a cena na rua e a intervenção urbana, composto por Desvios em Trânsito (2010), Cidade Proibida (2013) e Feito Criança (2015).