De 25 de julho de 2025, às 17h00; até 25 de julho de 2025, às 21h00.
De 25 de julho de 2025, às 17h00; até 25 de julho de 2025, às 21h00.
Mulheres Negras pela Justiça Climática na Baixada Fluminense
Como parte da programação oficial da 13ª Edição Julho das Pretas, “Mulheres Negras em Marcha por Reparação e Bem Viver”, o 1° Encontro de Mulheres Negras na linha de frente da ação climática na Baixada Fluminense: diálogos e memória vai reunir mulheres negras que atuam no poder público, na sociedade civil e nos movimentos sociais para construir um espaço de escuta, articulação e proposição de pautas e políticas públicas sustentáveis, com foco na justiça climática, equidade racial e de gênero.
O encontro tem como objetivo fortalecer vozes negras femininas no enfrentamento aos impactos socioambientais que atingem, de forma desproporcional, os territórios periféricos da Baixada Fluminense.
Juntas, vamos pensar soluções concretas, sistêmicas e territorializadas, capazes de promover transformações reais e duradouras.
Porque justiça climática também é justiça racial.
Porque equidade de gênero começa com a escuta das mais impactadas.
Porque sem mulheres negras não há sustentabilidade possível.
Realização:
Associação As Carolinas de Jacutinga
Cooperativa de Trabalho e Coleta Seletiva de Mesquita LTDA
Evento sujeito a lotação.
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesRua Getúlio Vargas, 51, Espaço Quintal das Artes, Centro
Nova Iguaçu, RJ
Associação As Carolinas de Jacutinga
As Carolinas de Jacutinga é uma Associação de Amigos da Cooperativa de Trabalho e Coleta Seletiva de Mesquita (Coopcarmo) que no contexto da pandemia Covid-19, em 2020, buscou soluções criativas para que a Coopcarmo, cooperativa liderada por mulheres e com 32 anos de atuação na Baixada Fluminense, não fechasse as portas. Inspiradas em Carolina Maria de Jesus, buscam se reinventar e não aceitam mais o estereótipo de que a cooperativa de coleta seletiva é o quarto de despejo da cidade.
Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

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