07 jun - 2025 • 10:00 > 08 jun - 2025 • 12:00
07 jun - 2025 • 10:00 > 08 jun - 2025 • 12:00
SOBRE:
A proposta da oficina é proporcionar por meio dos escritos de autoras e autories decoloniais, formas de experimentar a linguagem literária no texto científico, borrando as fronteiras entre literatura e escrita acadêmica. Como descolonizar nossa escrita de modo estratégico? De que forma podemos expressar as emoções e as vivências raciais e de gênero no ato da escrita acadêmica? Como construir, trocar e fluir essa escrita de forma afetiva no árido terreno do conhecimento eurocentrado produzido nas universidades? Iremos buscar nas produções de Glória Anzaldúa; abigail Campos Leal; tatiana nascimento; Paul Preciado; Ochy Curiel; bell hooks; Conceição Evaristo caminhos para sulear nossos processos de criação. Experimentaremos de forma prática e coletiva as possibilidades de habitar os espaços de saberes/poderes da academia, fortalecendo nossas multiplicidades frente aos discursos e práticas racistas, machistas/binaristas, lgbtqia+fóbicas que disputam o status de conhecimento.
Durante os dois dias passaremos por:
- Partilha de referências: leitura coletiva e colaborativa de textos de autorias negras e LGBTQIA+ que experimentam o borrar de fronteiras entre arte e ciência (trechos de livros, artigos, poesias, vídeos/performances, etc).
- Roda de conversa sobre pesquisas, aflições e desejos no território acadêmico
- Exercícios práticos de escrita
- Compartilhamento de produções
IDEALIZAÇÃO E FACILITAÇÃO:
Mari Costa é professore orientadore de Sala de Leitura na RME de São Paulo, e deve quase tudo às histórias que ouviu e que gosta de contar. Formou-se em licenciatura em artes cênicas pela Universidade de São Paulo, mas sempre se apegou na coisa-texto e saiu estudando-escrevendo por aí. Cursou dramaturgia um ano pela SP escola de teatro, e fez parte da 7ª turma do Núcleo de Dramaturgia do Sesi, publicando sua peça Drag ou as delícias de ser mulher na antologia do programa em 2015. Atualmente pesquisa ancestralidades trans e políticas públicas para população lgbtqia+ na educação. É mestrande pela Faculdade de Educação da USP.
Sulamita Rosa (@rosasulamita)
Mulher cis negra, gorda, cristã e feminista. Professora da Universidade Federal do Acre com formação em Pedagogia e Mestrado em Educação pela Ufac. Cursa o Doutorado em Educação na área – Educação e Ciências Sociais: desigualdades e diferenças na Faculdade de Educação da USP. Participou do Programa de Aceleração do Desenvolvimento de Lideranças Femininas Negras: Marielle Franco do Fundo Baobá. Fundadora da Rede MulherAções e do Améfrica Bíblica. Pesquisa histórias de vida de mulheres negras no campo da educação.
INFORMAÇÕES:
Datas: 07/06 + 08/06, das 10h às 12h
Valores conscientes, você paga o quanto pode no momento!
Opção 01 - Mínimo: R$50
Opção 02 - Intermediario: R$75
Opção 03 - Ideal: R$100
BOLSA INTEGRAL/PARCIAL: se você quer fazer este curso mas não dispõe de recursos financeiros no momento, mande a sua solicitação de bolsa através do seguinte formulário: https://docs.google.com/forms/d/1PgC3ZiV1l3Xba7KJ_0z8rSakIdkPLdLT5E2AMDs0Ksg/preview
Curso online e ao vivo, via plataforma Zoom
Todas as aulas são gravadas e disponibilizadas para quem estiver inscrite (vídeo disponível no drive por um mês após a realização do curso)
Emissão de certificado de participação para quem assistir às aulas ao vivo.
Classificação indicativa: 18 anos
Cancelamentos de pedidos serão aceitos até 7 dias após a compra, desde que a solicitação seja enviada até 48 horas antes do início do evento.
Saiba mais sobre o cancelamentoVocê poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesSelecione o evento desejado e toque no botão acessar evento
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BRAVA
Um espaço de construção de comunidades a partir do compartilhamento de conhecimentos e à produção de saberes contra-hegemônicos. Os caminhos desenhados pela Brava passam por cursos, oficinas, aulões, rodas de conversa e outras iniciativas educacionais, centradas em discussões sobre raça, classe, sexualidade, gênero, colonialidade e pela formação de um pensamento crítico no geral, idealizadas e facilitadas por sujeites que moldam suas vozes a partir do enfrentamento à esses sistemas.
Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

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