03 nov - 2024 • 15:00 > 03 nov - 2024 • 17:00
03 nov - 2024 • 15:00 > 03 nov - 2024 • 17:00
sobre:
a colonialidade é sádica. uma das formas de manifestação desse sadismo é a proliferação de imagens de sofrimento negro, não só na vida real – pra controle e disciplinamento negro X segurança e reafirmação de humanidade branca – mas também nas representações audiovisuais.
muitas vezes é um sadismo mascarado de culpa branca ou aprendizado – há vários filmes, seriados e novelas em que a violência contra personagens negras é usada como suposta forma de aprendizado antirracista das personagens brancas.
mas é um antirracismo salvacionista que “sensibiliza” branques recolonizando a negritude. já que a personagem branca TEM QUE ver/participar do sofrimento imposto à personagem negra pra aprender alguma coisa sobre si mesma, ou criar um sentimento antirracista.
vamos falar sobre como em séries e filmes – de AMERICAN HISTORY X (a outra história americana) a SEX EDUCATION e THIS IS US – esse tipo de construção narrativa de sacrifício negro ofertado à redenção branca é colonial. e opera de forma recorrente, viciada, sádica não bem o antirracismo que promete, mas efetivamente uma política visual/moral de racismo.
idealização e facilitação:
tatiana nascimento é de brasília, mãe da Irê, NB. gosta de novela, de cantar, de escrever poemas. sonha bastante, até acordada. tem um bocado de livros publicados, foi finalista do jabuti de poesia 2022, publicou + de 60 títulos de autoria LGBT/negra pela padê (que não é cocaína) editorial. criou o conceito "cuírlombismo literário" pra pesquisar literatura negra lgbtqi+.
INFORMAÇÕES:
Datas: 03/11, das 15h às 17h
INSCRIÇÕES GRATUITAS, com opção de contribuição voluntária.
Opção 01 - Inscrição gratuita
Opção 02 - Colaboração voluntária: R$10
Opção 03 - Colaboração voluntária: R$20
Opção 04 - Colaboração voluntária: R$30
Opção 05 - Colaboração voluntária: R$40
Atividade online e ao vivo, via plataforma Zoom
Não haverá gravação, se inscreva apenas se puder participar ao vivo para não tirar a vaga de outras pessoas.
Classificação indicativa: 18 anos
Essa é uma das oficinas pedagógicas da terceira edição da semilla, feyra de publicadoras & publicadories
Semilla significa semente em espanhol. A pronúncia é “semílha”, e é o nome do primeiro evento autônomo de autoras e publicadoras independentes realizado no Brasil, com sede no Distrito Federal.
Dedicada exclusivamente à produção editorial e literária de pessoas trans, não-binárias, e mulheres cis – especialmente negras, indígenas, lésbicas, bissexuais e com deficiência – a Feyra Semilla foi idealizada por tatiana nascimento, escritora brasiliense e editora da Padê Editorial.
Este projeto é/foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal - FAC/DF
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BRAVA
Um espaço de construção de comunidades a partir do compartilhamento de conhecimentos e à produção de saberes contra-hegemônicos. Os caminhos desenhados pela Brava passam por cursos, oficinas, aulões, rodas de conversa e outras iniciativas educacionais, centradas em discussões sobre raça, classe, sexualidade, gênero, colonialidade e pela formação de um pensamento crítico no geral, idealizadas e facilitadas por sujeites que moldam suas vozes a partir do enfrentamento à esses sistemas.
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