30 nov - 2021 • 22:09 > 30 nov - 2021 • 23:09
30 nov - 2021 • 22:09 > 30 nov - 2021 • 23:09
Ao receberem o diagnóstico confirmando que seus filhos são Pessoas com Transtorno do Espectro Autista, é comum que as famílias se sintam não só desorientadas, mas completamente perdidas.
Dai por diante, indagações como “Será que o plano de saúde cobre o tratamento?” ou "Quem deve arcar com os custos de determinado profissional?" começam a surgir e no meio de todas essas dúvidas, as famílias ainda são obrigadas a lidar com informações desencontradas e orientações equivocadas vindas até mesmo dos profissionais médicos.
Isso se dá porque, infelizmente ainda nos dias de hoje onde temos todas as informações na palma de nossas mãos, nos vemos diante de pouquíssimas informações verdadeiras, especialmente no que tange ao direito à saúde das pessoas com Transtorno do Espectro Autista,
Com o avanço da ciência e da medicina, novas intervenções surgem a cada dia, tal como as necessidades e demandas da Pessoa com TEA, surgindo assim a figura do Acompanhante Terapêutico, do Analista do comportamento, do professor de apoio e do mediador escolar, dentre tantos outros, surgindo a partir disso novas indagações como: a quem compete arcar com os custos desses profissionais? Como garantir que meu filho tenha acesso a esses profissionais? Para que eles servem?
Em se tratando do Acompanhante Terapêutico, por exemplo, as informações ainda são tão desencontradas e equivocadas que há profissionais médicos orientando as famílias a buscarem o fornecimento do aludido profissional perante as escolas, estas por sua vez, via de regra buscam contratar estagiários para desempenhar a referida função, imputam aos pais o dever de arcar com as aludidas profissionais ou acabam por orientar as famílias a cobrarem das operadoras de saúde que forneçam a prestadora em questão.
Estas, alegando que a AT não se encontra no rol da ANS, negam o fornecimento, deixando o beneficiário a deriva e as famílias em verdadeira situação de insegurança e incertezas.
Por essa razão a Dra. Fernanda Lima, administradora do perfil @incluirdireito no instagram, após ouvir varias famílias relatarem seus problemas com relação ao assunto, criou o projeto praticando direito, que tem como escopo trazer aulas práticas de direito dos autistas voltadas às famílias atípicas e nesta primeira aula, falaremos sobre "Como conseguir o Acompanhante Terapêutico pelos planos de saúde" e abordaremos as seguintes questões:
- O que é Acompanhante Terapêutico?
- Qual a importância do AT no ambiente Escolar?
- A quem compete indicar o acompanhamento pelo profissional ao aluno com TEA?
- Como saber se o aluno com TEA necessita de acompanhamento terapêutico na escola?
- O que o laudo médico que indica a necessidade do AT precisa conter para ser eficaz?
- A quem solicitar o Acompanhante Terapêutico?
- Quem deve arcar com os custos deste profissional?
- Quais documentos são indispensáveis na hora de solicitar o profissional?
- Como requerer o Acompanhante Terapêutico?
- O que fazer se esse direito for negado?
- Esclarecimento de dúvidas.
A aula praticando direito: Como conseguir o Acompanhante Terapêutico pelo plano de saúde será um evento gratuito e online, onde visaremos ensinar de maneira didática, objetiva e direta tudo o que é necessário para que as famílias possam fazer valer os direitos de seus filhos com autismo.
Então, não perca!
especialmente porquê, muitas famílias desconhecem ou possuem pouquíssimas informações sobre os direitos do autista, em principalmente no que tange à saúde,
Você poderá editar o participante de um ingresso apenas uma vez. Essa opção ficará disponível até 24 horas antes do início do evento.
Saiba como editar participantesSelecione o evento desejado e toque no botão acessar evento
Pronto! O link de acesso também será enviado para você por email.
Fernanda Lima
Mãe de autista, advogada atuante em todo o Brasil no Direito das Pessoas com Autismo.
Os dados sensíveis são criptografados e não serão salvos em nossos servidores.

Acessa a nossa Central de Ajuda Sympla ou Fale com o produtor.