03 jun - 2020 • 15:00 > 03 jun - 2020 • 17:00
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A construção de equidade racial em saúde para a população negra é um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde na portaria 992/2009, que instituiu a Política Nacional de Saúde Integral para a População Negra, cuja marca é: “reconhecimento do racismo, das desigualdades étnico-raciais e do racismo institucional como determinantes sociais e condições de saúde, com vistas à promoção da equidade em saúde”. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pessoas pretas e pardas são a maioria entre trabalhadores informais e desempregados. Os demarcadores sociais em um cenário de pandemia, como a do novo coronavírus, colocam esta população em uma situação de maior vulnerabilidade. Melhorar as condições de vida e de saúde e trabalhar para a efetivação dos direitos das pessoas afrodescendentes em sua integralidade são condições fundamentais para o alcance do desenvolvimento, com sustentabilidade e equidade.
Nesta 6ª edição da série de webinários População e Desenvolvimento em Debate, especialistas discutirão sobre a população negra no contexto da Covid-19.
Assista este evento no canal do UNFPA Brasil
no Youtube: https://youtu.be/8DqPI7ofNGk
Palestrantes
Lucia Xavier - Coordenadora da ONG Criola
Assistente Social, formada pela Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atuou no Conselho Estadual da Criança e do Adolescente e no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial, representando a Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras/AMNB (2004). De 1991 a 1997, foi assessora parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Ajudou a criar em 1999 o Disque Defesa Homossexual (DDH), serviço pioneiro de atendimento público a pessoas LGBT. Na III Conferência Mundial de Combate ao Racismo, à Xenofobia e Intolerâncias Correlatas, promovida pela Organização das Nações Unidas em Durban, em 2001, foi revisora da Declaração de Durban e do seu Plano de Ação. Recebeu a Medalha do Reconhecimento Chiquinha Gonzaga conferida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro.5-2008).
Graça Samo - Coordenadora Internacional da Marcha Mundial das Mulheres (desde 2014, com base em Moçambique)
Maria da Graça Samo é ativista dos direitos das mulheres, atualmente coordenando a Secretaria Internacional da Marcha Mundial das Mulheres, um movimento de base global. Seu ativismo começou nos anos 80 e a guiou para uma carreira humanitária em Angola, Moçambique e Brasil. Em 2004, Maria a Graça Samo ingressou no Fórum Mulher, uma rede de organizações locais e internacionais para igualdade de gênero e empoderamento das mulheres em Moçambique, onde atuou como Diretora Executiva. Graça atuou como membro do Conselho Consultivo da Sociedade Civil das Nações Unidas; membro do Comitê Consultivo da Agenda 2025 e membro do Conselho Nacional de Promoção da Mulher. É licenciada em Administração de Empresas com Mestrado em Educação para a Sustentabilidade e atuou em muitas capacidades progressivas, incluindo professora no Departamento de Gestão, Ciência e Tecnologia da Universidade Politécnica de Moçambique de 2004 a 2009.
Alexandre da Silva - Professor da Adjunto do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina de Jundiaí
Alexandre da Silva é doutor em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), mestre em Reabilitação pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), especialista em Gerontologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). É professor Adjunto do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ) e professor Adjunto no Curso de Fisioterapia da Universidade Cruzeiro do Sul. Alexandre da Silva é membro do Grupo de Trabalho Racismo e Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), membro do Centro Internacional de Longevidade (ILC-Brasil) – Ponto focal Desigualdades raciais, de gênero e sociais no envelhecimento e membro do Grupo de Trabalho Envelhecimento e Saúde Coletiva da Abrasco.
Juvenal Araújo Júnior - Subsecretário de Políticas de Direitos Humanos e Igualdade Racial do Distrito Federal
Juvenal foi secretário nacional de Políticas de Ações Afirmativas, secretário nacional de Políticas para Comunidades Tradicionais, assessor especial e secretário adjunto da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – órgão vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos. Graduado em gestão pública, foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, fez parte da Diretoria Estadual dos Trabalhadores e foi membro da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde da Central Força Sindical. Atualmente é subsecretário de políticas de direitos humanos e igualdade racial do Distrito Federal.
Facilitação

Rachel Quintiliano
Oficial de programa para Gênero, Raça e Etnia do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA Brasil)

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